Copinha tem jogo pausado por gramado sintético que queima pés dos jogadores

Calor intenso no gramado artificial de Itaquaquecetuba força múltiplas paralisações em partida entre Novorizontino e Juventude-MA na Copinha

Copinha tem jogo pausado por gramado sintético que queima pés dos jogadores
Jogadores retiram chuteiras para aliviar o calor do gramado sintético em Itaquaquecetuba Foto: Reprodução — Foto: Jogadores sofrem com o calor em itaquaquecetuba  • Reprodução

Gramado sintético queima pés durante jogo da Copinha; partida entre Novorizontino e Juventude-MA foi paralisada várias vezes devido ao calor intenso.

Gramado sintético queima pés e paralisa partidas na Copinha

Na terceira rodada da Copinha, realizada em Itaquaquecetuba no dia 10 de janeiro de 2026, o gramado sintético queima pés dos jogadores do Novorizontino e do Juventude-MA, provocando paralisações frequentes na partida. O termômetro marcava aproximadamente 35 graus, aumentando o desconforto dos atletas durante o jogo. Logo aos 3 minutos do primeiro tempo, o árbitro precisou interromper a partida, repetindo a paralisação sete minutos depois para que os jogadores pudessem molhar e refrescar os pés.

Impacto do calor intenso em gramados artificiais para o futebol de base

O calor extremo combinado ao gramado sintético gerou efeito prejudicial aos atletas, que sofreram queimaduras nos pés. O material artificial tende a absorver e reter calor muito mais do que os gramados naturais, elevando a temperatura da superfície para níveis desconfortáveis e até perigosos. A situação na Copinha revelou a vulnerabilidade dos jogadores jovens a essas condições, levantando questionamentos sobre a adequação e segurança da utilização desse tipo de piso em competições oficiais.

Estratégias adotadas para minimizar riscos e manter a saúde dos jogadores

Durante o jogo entre Novorizontino e Juventude-MA, foram realizadas quatro paralisações para hidratação, além de intervalos para descanso e alívio do desconforto nos pés, inclusive com atletas tirando as chuteiras para expor os pés ao ar. Essas medidas emergenciais indicam a necessidade de protocolos específicos para jogos em gramados artificiais e ambientes quentes, priorizando a saúde e segurança dos jogadores, especialmente em torneios de base onde os atletas ainda estão em fase de desenvolvimento físico.

Desafios para a organização e infraestrutura das competições de futebol nas condições climáticas brasileiras

O episódio da Copinha em Itaquaquecetuba expõe os desafios que as organizações enfrentam para garantir condições adequadas de jogo nas diversas regiões e épocas do ano. O uso crescente do gramado sintético, muitas vezes por questões de logística e manutenção, precisa ser acompanhado de avaliações rigorosas das condições climáticas, visando evitar riscos à integridade física dos jogadores. A experiência reforça a importância de políticas e investimentos em infraestrutura que considerem o bem-estar dos atletas em todas as categorias.

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

Fonte: Jogadores sofrem com o calor em itaquaquecetuba  • Reprodução