Fachin afirma que gravidade dos fatos não autoriza atalhos e promete resposta firme

Lula, Flávio Bolsonaro, Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema — Foto: Globo
A crise institucional no Supremo Tribunal Federal ganhou espaço nas campanhas presidenciais. Presidente da corte e candidatos comentam tensão entre ministros.
A crise institucional no Supremo Tribunal Federal ganhou destaque nas campanhas presidenciais de 2026.
O presidente do STF retirou do inquérito das fake news um pedido do ministro Alexandre de Moraes para investigar o ministro Mendonça, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (4).
Fachin, falando em nome da presidência do tribunal, afirmou que a gravidade dos fatos não autoriza atalhos. De acordo com a declaração, a resposta será firme.
“Ninguém pode usar cargo em benefício pessoal”, disse o presidente Lula em comentário sobre a crise que envolve os ministros da corte.
O contra-ataque entre Moraes e Mendonça marca uma crise inédita no Supremo Tribunal Federal, que já repercute nas discussões entre candidatos à presidência da República.
Os pré-candidatos Flávio Bolsonaro, Augusto Cury, Ronaldo Caiado e Romeu Zema também se manifestaram sobre o tema durante as últimas horas.
A tensão entre os ministros reflete-se nas posições públicas de diferentes atores políticos, que utilizam o episódio para discutir questões de independência institucional e uso adequado do poder.
O STF continua processando as implicações da crise, que deve prosseguir nos próximos dias conforme novas etapas do inquérito das fake news avançam.





