Denúncia de invasão violenta da PM em chácara com bebê recém-nascido

Morador relata agressão e falta de explicações durante ação policial.

Denúncia de invasão violenta da PM em chácara com bebê recém-nascido
Ação da Polícia Militar em chácara no bairro Tatuquara. Foto: Reprodução/Banda B

Um morador denuncia uma invasão violenta da PM em sua chácara, onde havia um bebê recém-nascido.

Um morador de 43 anos denunciou uma invasão violenta da Polícia Militar em sua residência localizada na chácara do bairro Tatuquara, em Curitiba. O ocorrido, que aconteceu na manhã de 15 de dezembro de 2025, deixou o homem em estado de pânico, especialmente considerando que sua esposa estava em recuperação pós-parto e havia um bebê recém-nascido no local.

Circunstâncias da invasão

O morador, diagnosticado com esquizofrenia, relatou que a entrada dos policiais foi abrupta e sem qualquer apresentação de mandado. Segundo ele, os agentes não apenas invadiram o imóvel, mas também partiram para a violência física, agredindo tanto ele quanto sua esposa. “Estava tomando café quando ouvi barulhos e, ao verificar, vi a viatura. Quando abri a porta, um policial já estava armado, mandando eu me abaixar”, contou.

O impacto da ação policial

O morador expressou sua indignação ao relatar que, além das agressões, itens de sua casa foram danificados e levados pelos policiais, incluindo equipamentos de monitoramento. “Quebraram meu celular, DVR e câmeras, e tudo isso ocorreu em um condomínio cheio de câmeras. Não me deram qualquer explicação, apenas agrediram”, afirmou o homem.

A situação se intensificou com a entrada dos policiais na casa, mesmo com a presença do bebê. Ele descreveu que os policiais agiram de forma agressiva, jogando roupas do recém-nascido no chão e alegando ter encontrado uma faca na cozinha para justificar a abordagem. “Eu perguntava o que estava acontecendo e não obtive respostas. Eles pegaram minha faca dizendo que era uma arma”, disse.

Consequências da agressão

Após a série de agressões, o homem foi levado pela polícia, algemado e sangrando, enquanto sua esposa e o bebê foram deixados para trás. “Me levaram descalço e jogaram na rua, me chamando de vagabundo”, desabafou. A situação alarmante levanta questões sobre o uso da força pela polícia e a proteção de famílias em situações vulneráveis.

O caso será investigado pelas autoridades competentes, e a reportagem tentou contato com a Polícia Militar, mas não obteve retorno até o momento.

Fonte: ric.com.br

Fonte: Reprodução/Banda B