G1 explica quais documentos são aceitos para votar nas eleições de 2026

Título de eleitor não é obrigatório; documentos vencidos podem ser usados se permitirem identificação

G1 explica quais documentos são aceitos para votar nas eleições de 2026
Guia prático: documentos oficiais com foto são aceitos na seção eleitoral

Eleitor precisa apresentar documento oficial com foto para se identificar na seção eleitoral. Título de eleitor não é obrigatório.

Eleitor precisa apresentar documento oficial com foto para se identificar na seção eleitoral nas eleições de 2026. Conforme orientações da Justiça Eleitoral, o título de eleitor não é obrigatório no dia da votação, contrariando a percepção comum entre eleitores.

Entre os documentos aceitos pela Justiça Eleitoral estão carteira de identidade (RG), Carteira Nacional de Habilitação (CNH), certificado de reservista, carteira de trabalho e passaporte. Todos devem ser documentos oficiais que contenham fotografia do eleitor.

Os documentos podem ser utilizados mesmo que estejam fora do prazo de validade, desde que ainda seja possível identificar o eleitor por meio deles. A única exigência é que a foto e os dados pessoais permaneçam legíveis para fins de identificação na seção eleitoral.

O e-Título, versão digital do título de eleitor disponibilizada em aplicativo móvel, também pode ser usado para identificação no dia da votação. No entanto, é necessário que o aplicativo apresente a fotografia do eleitor. A foto fica disponível no e-Título para quem já realizou o cadastramento biométrico na Justiça Eleitoral.

Caso a fotografia não apareça no aplicativo do e-Título, será necessário apresentar também um documento oficial com foto em formato físico. Certidões de nascimento ou de casamento não são aceitas como documentos de identificação para votação.

A Justiça Eleitoral divulga essas orientações como parte de uma série de 50 vídeos educativos sobre as eleições de 2026. Os conteúdos explicam como funcionam pesquisas eleitorais, o papel dos cargos em disputa, o funcionamento do Congresso e trazem orientações práticas para eleitores. A série também aborda o impacto das novas tecnologias nas campanhas, incluindo inteligência artificial, deepfakes e atuação de influenciadores digitais.