Economistas pioram projeção para déficit primário de 2026

Dívida bruta do governo deve fechar 2026 em 83% do PIB, segundo expectativas coletadas pelo Banco Central

Economistas pioram projeção para déficit primário de 2026
Economistas revisam projeções para contas públicas em 2026

A mediana das expectativas para o déficit primário em 2026 passou para R$ 59,145 bilhões no relatório de agosto do Banco Central

A mediana das expectativas para o déficit primário em 2026 coletadas pelo Banco Central foi revisada para R$ 59,145 bilhões no relatório de agosto.

Segundo as projeções dos economistas consultados pelo BC, a dívida bruta do governo federal deve fechar 2026 em 83,00% do PIB.

Os números indicam uma piora nas projeções anteriormente divulgadas para o resultado das contas públicas no próximo ano. A revisão das expectativas reflete as análises mais recentes dos economistas sobre a trajetória das receitas e despesas do governo federal.

O déficit primário mede o resultado das contas públicas antes de considerados os juros da dívida. Um déficit maior implica que o governo gasta mais do que arrecada em tributos e outras receitas correntes.

A projeção da dívida bruta em 83,00% do PIB representa o estoque total de dívidas do governo em relação ao tamanho da economia. As expectativas dos economistas são coletadas regularmente pelo Banco Central e divulgadas em relatórios mensais que servem como termômetro do mercado financeiro sobre as contas públicas.