Ricardo Magro é apontado como um dos maiores sonegadores do Brasil em meio a operações contra crimes no setor de combustíveis.

Ricardo Magro, empresário, é destaque da Operação Carbono Oculto, que investiga crimes no setor de combustíveis.
Ricardo Magro e a Operação Carbono Oculto
A “Operação Carbono Oculto”, realizada em agosto, intensificou a luta contra a sonegação de impostos no Brasil, especialmente no setor de combustíveis. O empresário Ricardo Magro, apontado como um dos maiores sonegadores do país, se destacou nas investigações. Na ocasião, Magro declarou que sempre trabalhou de maneira legal, apesar de sua empresa, o grupo Refit, ter sido alvo de críticas e investigações.
O impacto da operação sobre a Refit
A operação focou em uma série de alvos, totalizando 190, entre pessoas e empresas ligadas a Magro. Durante a operação, a Refit não foi diretamente atacada, mas o nome do empresário foi mencionado, levantando suspeitas sobre suas práticas fiscais. Magro se defendeu, alegando que discute questões tributárias com o governo, mas a dúvida sobre sua ética empresarial permanece.
Vida pessoal e tradições culturais
Além de suas atividades empresariais, Ricardo Magro é conhecido por sua vida pessoal rica e diversificada. Ele é adepto da umbanda e tem envolvimento com a cultura afro-brasileira, além de ser DJ de afro house sob o nome de Orgam, um anagrama de seu nome. Magro também demonstra interesse em esportes, com a Refit patrocinando eventos como a NFL no Brasil e apoiando escolas de samba.
Outras figuras relacionadas
Na operação, outros empresários também foram mencionados, como Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e Mario Otávio Gomes, diretor do grupo Fast Shop, além de Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS. Essas conexões revelam uma rede complexa de relações empresariais que podem estar envolvidas em práticas de sonegação.
Conclusão
A Operação Carbono Oculto destaca a importância do combate à sonegação no Brasil e como figuras proeminentes do setor empresarial podem estar envolvidas em questões de legalidade. O caso de Ricardo Magro serve como um alerta sobre a necessidade de transparência e ética nas práticas empresariais, especialmente em setores críticos como o de combustíveis.
Fonte: www1.folha.uol.com.br
Fonte: Michelle Cadari/Divulgação





