Flávia Ferraço Lopes Judice atuava em cargo na Assembleia Legislativa.

Flávia, esposa do desembargador preso, atuava na Alerj e está sob investigação.
A instabilidade no Judiciário
A recente prisão do desembargador Macário Ramos Judice Neto, do Tribunal Federal Regional da 2ª Região (TRF-2), trouxe à tona questões que vão além do seu caso individual. A esposa dele, Flávia Ferraço Lopes Judice, atuava na diretoria-geral da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) até novembro de 2025, e seu envolvimento no cenário político local se torna cada vez mais relevante à medida que as investigações avançam.
Contexto das investigações
As acusações contra Macário incluem a suposta facilitação de operações para a facção criminosa Comando Vermelho (CV). As investigações, que já estavam em andamento no caso do ex-deputado estadual TH Joias, revelam um possível esquema de vazamento de informações que poderia comprometer a segurança das operações policiais. O desembargador é acusado de ter feito isso em setembro, levantando dúvidas sobre a imparcialidade da justiça.
O papel de Flávia Judice
Flávia, até recentemente, ocupava uma posição significativa na Alerj, o que a coloca em um papel potencialmente estratégico dentro deste embrolho. Embora ainda não haja confirmação de que ela seja alvo de investigações, a proximidade com seu marido e a posição que ocupava levantam questões que precisam ser esclarecidas pelas autoridades competentes.
Reações e desdobramentos
A defesa de Macário Judice já se manifestou, alegando que a prisão foi uma medida extrema e que o ministro Alexandre de Moraes foi induzido ao erro. A defesa promete apresentar os devidos esclarecimentos e buscar a soltura do desembargador. Enquanto isso, a Alerj, que se vê no centro de uma crise, ainda não comentou oficialmente sobre o caso de Flávia.
A situação é um reflexo das tensões entre o sistema judiciário e as organizações criminosas que operam no Brasil, enfatizando a necessidade de maior vigilância e transparência nas instituições públicas.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: Reprodução/Portal Folha Vitória





