
Estudantes da UEPG questionam horário do café da manhã oferecido pela universidade. A medida começou no dia 19 de fevereiro, com o retorno do ano letivo, mas já gera debate entre acadêmicos, principalmente os que dependem de transporte público para chegar aos campi.
A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) anunciou que os Restaurantes Universitários dos campi Uvaranas e Centro vão oferecer café da manhã para toda a comunidade universitária. A gestão afirma que cumpre um compromisso assumido em campanha. No entanto, o horário definido provoca questionamentos.
Serviço começa no retorno das aulas
O reitor, Miguel Sanches Neto, afirmou que a proposta foi construída ainda durante a campanha para a reitoria. Segundo ele, a iniciativa atende uma demanda do movimento estudantil.
A universidade investe mais de R$ 3 milhões por ano em isenções e subsídios para alunos e servidores. O café da manhã custará R$ 1,90 para estudantes que pagam R$ 3,80 nas refeições principais — valor equivalente a 50% do almoço e jantar.
Horário reduzido gera reclamações
O principal ponto de crítica envolve o horário. O café será servido das 6h30 às 7h15. Ou seja, apenas 45 minutos de atendimento.
Estudantes relatam que muitos ônibus chegam após esse período. Outros afirmam que o tempo é insuficiente diante do fluxo nos primeiros dias de aula. Assim, estudantes da UEPG questionam horário do café da manhã oferecido pela universidade, principalmente pela limitação matinal.
Cardápio inicial será simples
A base do café inclui pão, margarina, geleia e café com leite. A gestão informou que o cardápio começa de forma mais simples até que a demanda seja avaliada. Parte da produção dos pães ficará sob responsabilidade do Departamento de Engenharia de Alimentos.
Debate deve continuar
Embora a criação do café da manhã seja vista como avanço, estudantes da UEPG questionam horário do café da manhã oferecido pela universidade e pedem ampliação do período de atendimento.
O início do serviço pode marcar uma nova etapa na política de permanência estudantil em Ponta Grossa. No entanto, o diálogo sobre ajustes no horário deve seguir nas próximas semanas.





