Brasil amplia oportunidades de vendas externas em meio a recordes.

O Brasil registra um aumento nas exportações de feijão com a abertura de novos mercados em 2025.
O impacto da expansão das exportações de feijão
O Brasil tem mostrado um desempenho impressionante nas exportações de feijão em 2025, com a recente abertura de novos mercados que promete impulsionar ainda mais este setor. O Ministério da Agricultura do Brasil confirmou que as negociações fitossanitárias para a exportação de feijão-comum e feijão-fradinho foram concluídas com sucesso, permitindo o acesso a países como Armênia, Belarus, Cazaquistão e Quirguistão.
Recordes e números em destaque
Em 2024, as exportações brasileiras de feijão para esses novos destinos totalizaram impressionantes US$ 38 milhões, com a Armênia se destacando como a maior compradora, responsável por US$ 26,3 milhões. Essa nova fase representa um marco importante para o agronegócio brasileiro, que agora soma 519 novas oportunidades de exportação desde o início de 2023. De janeiro a novembro de 2025, o Brasil exportou cerca de 501 mil toneladas de feijão, estabelecendo um novo recorde histórico desde 1997.
Desafios do mercado interno
Apesar desse crescimento nas exportações, o cenário interno do mercado de feijão apresenta desafios. As vendas internas têm ocorrido de maneira pontual, com os compradores focados principalmente na reposição de estoques. Os analistas do Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea) indicam que a demanda interna continua cautelosa, resultando em um escoamento mais significativo do excedente no mercado internacional. Essa dinâmica ressalta a importância da expansão das exportações como um pilar para a sustentabilidade do setor.
Conclusão
A abertura de novos mercados se mostra crucial para sustentar o setor de feijão, especialmente em um contexto de menor dinamismo no consumo doméstico. O agronegócio brasileiro, ao diversificar seus destinos de exportação, não só fortalece sua posição no mercado internacional, mas também contribui para a segurança econômica dos produtores, garantindo melhores condições para o agricultor familiar. Com a continuidade desse impulso, o Brasil se consolida como um player relevante no mercado global de feijão.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br





