Defensoras afirmam que dúvidas permanecem sobre morte da estudante de 22 anos em Fortaleza, apesar de exames periciais

Família de Isabelle Caracristi afirma que ainda há questionamentos sobre a morte da estudante, mesmo após perícia indicar suicídio em Fortaleza.
A família de Isabelle Caracristi, de 22 anos, cobra esclarecimentos sobre a morte da estudante, mesmo após a Polícia Civil do Ceará apresentar, nesta quinta-feira (24/9), resultados de exames periciais e imagens de segurança indicando queda voluntária do prédio onde ela morava em Fortaleza.
Em nota divulgada nas redes sociais, a família informou por meio das advogadas Patrícia de Abreu Viana e Adriana Alves que dúvidas ainda permanecem no caso e vão além de questões burocráticas. Segundo as defensoras, essas lacunas continuam causando sofrimento aos familiares.
“As dúvidas que permanecem no caso não são meras formalidades, mas feridas abertas que alimentam a dor de quem chora e a indignação de todos nós”.
Conforme a investigação da Polícia Civil do Ceará, as evidências periciais e as imagens de câmeras de segurança apontam para uma queda voluntária do prédio onde Isabelle morava com o namorado, a sogra e o cunhado, em Fortaleza. O namorado da vítima, João Munhoz Neto, foi transferido para penitenciária no Ceará.
Isabelle foi encontrada morta há cerca de uma semana. A família mantém-se comprometida em cobrar respostas às autoridades e continuará pressionando por esclarecimentos enquanto houver questionamentos sobre as circunstâncias do falecimento da estudante.
O Centro de Valorização da Vida (CVV) funciona 24 horas por dia, inclusive aos feriados, pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e presencialmente, com mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil. Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) também estão disponíveis nas cidades para atendimento especializado.






