Entidade reforça solidariedade à comunidade acadêmica após assassinato ocorrido em Centro Universitário Aparício Carvalho

Fenep lamenta a morte da professora Juliana em Porto Velho e expressa apoio à comunidade acadêmica após o ataque fatal de um aluno.
Fenep expressa profundo pesar pela morte da professora Juliana em Porto Velho
A morte da professora Juliana Mattos de Lima Santiago, ocorrida no dia 6 de fevereiro de 2026 no Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), gerou reação imediata da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep). A entidade manifestou profundo pesar pelo falecimento da docente de Direito Penal e escrivã da Polícia Civil, destacando solidariedade à comunidade acadêmica e reafirmando seu compromisso com a segurança e o bem-estar dos alunos e colaboradores.
Circunstâncias do crime e perfil do agressor João Cândido da Costa Junior
O episódio trágico ocorreu dentro de uma sala de aula, quando o aluno João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, atacou Juliana com uma faca em um acesso de raiva. O estudante estava sozinho com a professora após o término das aulas. Relatos indicam que João e Juliana mantiveram um relacionamento amoroso por cerca de três meses, e o aluno teria se sentido emocionalmente abalado com o distanciamento e a intenção de Juliana de retomar o relacionamento com o ex-marido. O agressor foi imobilizado por um colega policial militar até a chegada da polícia e preso em flagrante.
Impacto do episódio na comunidade acadêmica e resposta da Fenep
A Fenep classificou o crime como um episódio grave e isolado, ressaltando que não reflete a rotina das instituições de ensino, que são espaços dedicados à formação, diálogo e construção do conhecimento. A federação enviou condolências à família da professora e reforçou o apoio e respeito neste momento de luto, além de destacar o compromisso das escolas particulares com a segurança em seus ambientes.
Procedimentos legais e investigações do caso de feminicídio
Após o ocorrido, a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias que envolveram o ataque, que está sendo investigado como feminicídio. Juliana foi socorrida e encaminhada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu aos ferimentos. O corpo da professora foi transferido para Salvador (BA) após liberação do Instituto Médico Legal (IML) de Porto Velho.
Reflexões sobre segurança e prevenção em instituições de ensino superior
O assassinato de Juliana Mattos de Lima Santiago evidencia a necessidade contínua de aprimoramento das medidas de segurança em instituições de ensino superior. Apesar de ser um caso isolado, ele levanta questões sobre o monitoramento de relações interpessoais e potenciais riscos no ambiente acadêmico, bem como da importância de apoio psicológico para alunos e docentes. A Fenep e as universidades são chamadas a reforçar políticas preventivas e apoiar suas comunidades diante de situações de crise.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: colorida de Juliana Mattos de Lima Santiago, morta aos 41 anos após ser atacada por um aluno dentro de uma faculdade particular em Porto Velho (RO





