País deve ultrapassar Itália e Rússia com PIB de US$ 2,88 trilhões, mantendo posição até 2031

Fundo Monetário Internacional projeta que Brasil sairá da 10ª posição em 2026 para o 8º lugar em 2027, posição que mantém até 2031.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que o Brasil sairá da 10ª posição entre as maiores economias do mundo em 2026 para o 8º lugar em 2027, posição que deve manter pelo menos até 2031. A estimativa consta em dados atualizados do Panorama Econômico Mundial (WEO) divulgados esta semana pelo organismo internacional.
O ranking do FMI utiliza como parâmetro o valor corrente em dólares do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo a projeção, o Brasil fechará 2026 com PIB de US$ 2,65 trilhões em valor corrente, ficando pouco atrás da Itália (US$ 2,7 trilhões) e da Rússia (US$ 2,83 trilhões). Em 2027, no entanto, o produto brasileiro deve atingir US$ 2,88 trilhões, ultrapassando tanto a Itália (US$ 2,77 trilhões) quanto a Rússia (US$ 2,68 trilhões).
Este avanço deve ocorrer apesar da revisão para baixo do crescimento relativo estimado do PIB brasileiro. O FMI reduziu a projeção de crescimento de 2,4% para 2,2% em 2026 e de 2,2% para 1,9% em 2027.
Os Estados Unidos devem fechar 2026 com PIB de US$ 32,64 trilhões e a China com US$ 21,55 trilhões, mantendo as duas primeiras posições no ranking. O top 10 de 2026 é completado pela Alemanha (US$ 5,47 trilhões), Japão (US$ 4,34 trilhões), Reino Unido (US$ 4,27 trilhões), Índia (US$ 4,06 trilhões), França (US$ 3,55 trilhões), Itália, Rússia e Brasil.
As projeções do FMI apontam outras mudanças significativas no ranking das maiores economias mundiais. O Canadá deve entrar no grupo das 10 maiores economias em 2028, chegando a um valor de US$ 2,75 trilhões. Já a Coreia do Sul também fará parte da relação em 2031, com US$ 3,07 trilhões.
Outra transformação importante é a ascensão da Índia no ranking. De acordo com as projeções do FMI, o país chegará à 4ª colocação em 2027, com US$ 4,52 trilhões de PIB, e atingirá o 3º lugar em 2031 com US$ 6,74 trilhões, passando a Alemanha nessa trajetória de crescimento econômico.







