Levantamento do Fundo de Defesa da Citricultura mostra desaceleração da doença no cinturão citrícola

O greening registrou em 2026 a menor taxa de avanço dos últimos nove anos no cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro, segundo levantamento do Fundo de Defesa da Citricultura.
O greening registrou em 2026 a menor taxa de avanço dos últimos nove anos no cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro, segundo levantamento divulgado pelo Fundo de Defesa da Citricultura.
A doença, que afeta significativamente a produção de citros, apresenta desaceleração nos índices de propagação na região. O resultado representa o impacto das estratégias de controle adotadas pelos produtores e autoridades locais.
São Paulo mantém força-tarefa contra a enfermidade, com ações contínuas de monitoramento e contenção. O estado concentra grande parte da produção citrícola brasileira e historicamente é o mais afetado pela doença.
O greening é causado por bactéria transmitida pelo inseto conhecido como psilídeo-do-citros. A infecção compromete o desenvolvimento das frutas e reduz a produtividade das plantas infectadas.
O Fundo de Defesa da Citricultura realiza levantamentos periódicos para acompanhar a evolução da doença nas principais regiões produtoras. Os dados servem como referência para políticas de controle e investimentos em pesquisa.





