Motoristas paralisam atividades por falta de salários.
Motoristas do Consórcio Guaicurus paralisam atividades, afetando mais de 100 mil usuários em Campo Grande.
Na manhã desta segunda-feira, 15 de dezembro de 2025, a cidade de Campo Grande enfrenta uma situação crítica no transporte público. Os motoristas do Consórcio Guaicurus decidiram entrar em greve, paralisando completamente as atividades do transporte coletivo e deixando os terminais vazios. A greve, que foi aprovada em assembleia na última quinta-feira, 11, teve como principal motivação o atraso no pagamento de salários e benefícios, o que gerou descontentamento entre os trabalhadores.
O cenário na capital
A greve pegou muitos de surpresa, pois a comunicação sobre a paralisação foi rápida e, conforme relataram os motoristas, a situação financeira dos trabalhadores se tornou insustentável. Com mais de 100 mil usuários dependentes do transporte coletivo diariamente, a ausência dos ônibus gerou uma série de transtornos, desde o atraso em compromissos até a dificuldade de deslocamento para serviços essenciais.
Motivações por trás da paralisação
Os motoristas alegam que a falta de pagamento não é um problema novo, mas a gota d’água foi o atraso nos salários e vales, que gerou um sentimento de revolta entre os trabalhadores. A situação demonstra um cenário mais amplo de insatisfação no setor de transporte, que frequentemente enfrenta dificuldades financeiras e administrativas. Os motoristas pedem que a situação seja resolvida rapidamente para que possam retornar ao trabalho e atender a população com dignidade.
Impactos da greve e as expectativas
A expectativa é que a greve persista até que uma solução seja apresentada. Enquanto isso, as autoridades municipais e o consórcio estão sob pressão para resolver a questão e reestabelecer o serviço de transporte. A população, por sua vez, espera ansiosamente por uma resolução, pois a greve impacta não apenas o deslocamento diário, mas também a economia local, uma vez que a falta de transporte pode afetar o comércio e o acesso a serviços essenciais.
Os próximos dias serão cruciais para que motoristas e administração cheguem a um acordo que beneficie ambas as partes e, principalmente, os usuários do transporte público em Campo Grande.





