Caso chocou a capital goiana e reforça debate sobre segurança pública e violência urbana

Maria Celina Peixoto Chein, de 82 anos, morreu após ser violentamente arrastada por ladrão durante tentativa de assalto em Goiânia.
A idosa morre após tentativa de assalto realizada de forma violenta em Goiânia, chamando atenção para a necessidade urgente de reforço na segurança pública na capital goiana. Maria Celina Peixoto Chein, 82 anos, foi brutalmente arrastada no asfalto e atropelada durante a ação criminosa, fato que culminou na sua morte cerebral confirmada na quinta-feira, 8 de janeiro.
Contexto do Crime e Segurança Urbana em Goiânia
O crime aconteceu na movimentada Avenida T-9, um dos corredores viários mais importantes da cidade. A vítima havia acabado de sair de uma casa lotérica quando foi abordada pelo suspeito, Marco Pereira Costa, que invadiu o carro pelo lado do passageiro. As imagens captadas pelas câmeras de segurança mostram o momento em que o homem, que já possuía passagens pelo sistema prisional e usava tornozeleira eletrônica em regime semiaberto, ameaçou a idosa com um objeto perfurante improvisado.
Após luta corporal, o criminoso assumiu o controle do veículo e iniciou uma fuga perigosa pelas ruas, arrastando e atropelando Maria Celina no processo. O episódio evidencia não só a violência urbana, mas também possíveis falhas na fiscalização de indivíduos monitorados eletronicamente, levantando questionamentos sobre as políticas de segurança pública adotadas.
Detalhes da Ocorrência e Prisão em Flagrante
Data do crime: 6 de janeiro de 2026
Local: Avenida T-9, Goiânia
Suspeito: Marco Pereira Costa, com antecedentes criminais e em regime semiaberto
Ação: Invasão do veículo, uso de objeto cortante, arrastamento e atropelamento da vítima
Prisão: Detido em flagrante no dia do crime
O Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) constatou parada cardíaca no local. Maria Celina foi internada no Hospital de Urgências de Goiás (Hugo), onde teve a morte cerebral confirmada dois dias depois.
Repercussão e Homenagem à Vítima
Nas redes sociais, familiares expressaram dor e consternação. A sobrinha, psicóloga Lúcia Chein, prestou homenagem emocionada, ressaltando a brutalidade do ocorrido e a saudade deixada pela tia que jamais casou ou teve filhos biológicos.
Serviço e Segurança: O Que a População Precisa Saber
Monitoramento Eletrônico: Maior rigor no acompanhamento de infratores em regime semiaberto para evitar reincidência
Segurança nas Ruas: Necessidade de intensificação do policiamento em áreas de grande circulação
Orientação à População: Evitar exposição em locais isolados e estar atento a movimentações suspeitas
- Apoio às Vítimas: Disponibilização de canais de denúncia e suporte psicológico para familiares
Este caso trágico reforça o debate sobre a urgência em aprimorar mecanismos de segurança e proteção aos cidadãos, especialmente idosos, que são frequentemente alvos vulneráveis na violência urbana.
A população deve estar atenta às orientações das autoridades e colaborar com denúncias para prevenir que novos episódios como este ocorram. A memória de Maria Celina Peixoto Chein permanece como um chamado à reflexão e à ação efetiva das políticas públicas de segurança.
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Fonte: www.metropoles.com





