Adriana Souza Aragão é investigada por ordenar assassinato do irmão para obter dinheiro

Adriana Souza Aragão foi presa suspeita de encomendar a morte do mestre de capoeira Paulo Cesar no Rio de Janeiro.
Detalhes da prisão e investigação do homicídio do mestre de capoeira
A prisão de Adriana Souza Aragão, no dia 8 de abril de 2026, em Badu, Niterói, marca um avanço importante na investigação do homicídio do mestre de capoeira Paulo Cesar da Silva Souza, conhecido como Paulinho Sabiá. A irmã da vítima é apontada como a principal suspeita de encomendar o assassinato para obter dinheiro guardado pelo irmão, motivação central nas apurações conduzidas pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG).
Cronologia dos fatos e modus operandi do crime
O crime se deu na noite de 18 de fevereiro no bairro Icaraí, quando Paulinho Sabiá estava em um carro com a esposa, que dirigia. Ao parar em um semáforo, uma motocicleta aproximou-se e o passageiro disparou diversas vezes contra o capoeirista. A polícia apurou que um primeiro atentado ocorreu dois dias antes, mas a arma falhou, não atingindo o mestre. A dinâmica revela uma ação premeditada e com acompanhamento próximo dos envolvidos.
Envolvimento da irmã e provas coletadas na investigação
Durante a investigação, foram encontrados indícios de que Adriana mantinha contato frequente com os executores e chegou a fornecer a localização do irmão, facilitando a emboscada. O piloto da motocicleta foi preso no dia do assassinato e confessou sua participação, confirmando que Adriana foi a mentora do ataque. Há registros de tentativas anteriores dela de roubar dinheiro do irmão, reforçando a motivação financeira do crime.
Impacto no meio cultural e na comunidade de capoeira
O assassinato do mestre Paulinho Sabiá gerou comoção significativa entre praticantes e simpatizantes da capoeira, esporte e cultura de grande importância no Rio de Janeiro. A perda de um mestre renomado representa não só uma tragédia familiar, mas também um golpe para a valorização e preservação cultural da capoeira na Região Oceânica de Niterói.
Perspectivas legais e próximas etapas no processo
Adriana Souza Aragão foi indiciada por homicídio qualificado e aguarda os desdobramentos legais do processo. As autoridades continuam a investigação para esclarecer todos os envolvidos e as circunstâncias que cercam o assassinato. O caso chama atenção para questões de segurança e conflitos familiares que podem resultar em crimes violentos, reforçando a necessidade de políticas de prevenção e proteção às vítimas.
A irmã presa por encomendar a morte do mestre de capoeira em Niterói evidencia a complexidade do crime motivado por interesses financeiros e o impacto desse episódio na comunidade local e no cenário de segurança pública.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: PCERJ





