Jogador de futebol sub-20 preso com quadrilha em Curitiba

Atleta é detido durante ação da polícia após furto de celulares.

Jogador de futebol sub-20 preso com quadrilha em Curitiba
Jogador de futebol e quadrilha foram detidos em Curitiba. Foto: Marcelo Borges/Ric RECORD

Um jogador de futebol sub-20 foi preso em Curitiba em operação contra furto de celulares.

Jogador de futebol sub-20 envolvido em crime

Um jovem de 19 anos, jogador de futebol da categoria de base do Ibrachina FC, foi preso na noite de 16 de dezembro de 2025, em Curitiba. Ele estava junto com uma quadrilha de São Paulo, suspeita de realizar o golpe conhecido como “furto do cavalo louco”, que envolve o roubo de celulares em locais de grande concentração de pessoas.

O golpe e a abordagem policial

A polícia militar recebeu informações sobre a atuação do grupo e conseguiu localizá-los em um apartamento na região central da cidade. Durante a abordagem, foram encontrados vários celulares, e novas vítimas começaram a surgir, reconhecendo seus pertences. O uso de câmeras de segurança foi crucial para identificar os criminosos, uma vez que um dos furtos foi registrado em vídeo.

Detenção e objetos apreendidos

Cinco pessoas foram detidas, incluindo o jogador e sua namorada. O grupo estava prestes a retornar a São Paulo quando foi interceptado pela Rotam do 12º Batalhão da Polícia Militar. Na operação, foram apreendidos pelo menos nove celulares, incluindo modelos recentes como iPhone 16 e 17, que tinham sido furtados em Curitiba.

Implicações e consequências

A detenção do jogador levanta questões sobre a influência do ambiente esportivo na vida de jovens atletas. A combinação de fama e a pressão por resultados pode levar alguns a buscar caminhos perigosos. As autoridades agora investigam mais a fundo o envolvimento de outros possíveis integrantes da quadrilha e as circunstâncias que levaram ao crime. Essa situação reforça a necessidade de apoio psicológico e acompanhamento para jovens em formação no esporte, evitando que se desviem para atividades ilícitas.

Fonte: ric.com.br

Fonte: Marcelo Borges/Ric RECORD