Lula determina expulsão de servidor por agressão a mulher e criança

Presidente enfatiza a importância do combate à violência contra mulheres e crianças.

Lula determina processo para expulsão de servidor que agrediu mulher e criança, enfatizando a prioridade no combate à violência.

Lula toma medidas severas contra agressão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou firmeza ao determinar, em 25 de dezembro de 2025, a abertura de um processo administrativo para responsabilizar e expulsar do serviço público federal um servidor da Controladoria-Geral da União (CGU) que foi flagrado agredindo uma mulher e uma criança no Distrito Federal. O episódio, amplamente divulgado nas redes sociais, gerou uma forte repercussão e exigiu uma resposta contundente do governo.

O compromisso contra a violência

Lula destacou em suas redes sociais que o combate ao feminicídio e a toda forma de violência contra as mulheres é uma prioridade de sua administração. Ele descreveu a agressão como uma “covardia inadmissível” e enfatizou que o poder público não pode fechar os olhos para atos de violência, independentemente da posição ocupada pelo agressor. O presidente reafirmou que um servidor público deve agir como um exemplo de conduta, tanto no trabalho quanto em sua vida pessoal.

O contexto da violência no Brasil

Nas últimas semanas, Lula intensificou sua campanha contra a violência de gênero. Em um pronunciamento à nação, ele afirmou que a luta contra o feminicídio será uma das principais prioridades do governo em 2026. O presidente convocou todos os homens a se comprometerem a serem aliados na luta contra a violência, destacando a necessidade de uma mudança cultural.

A resposta da CGU

Na terça-feira (23), a CGU já havia tomado medidas administrativas imediatas contra o servidor agressor. As ações incluíram:

  • A abertura de uma investigação preliminar pela Corregedoria-Geral da União e pela Comissão de Ética da CGU para apurar responsabilidades éticas e disciplinares.
  • A revogação da designação do servidor para funções de liderança.
  • A proibição de acesso do servidor aos prédios da CGU durante as investigações, para preservar a integridade do ambiente de trabalho.

De acordo com a CGU, os fatos indicam uma violação grave aos deveres funcionais previstos na legislação do serviço público. O ministro da CGU, Vinícius de Carvalho, enfatizou que a violência contra mulheres e crianças é um crime e não deve ser tratada como um conflito pessoal. Ele ressaltou que as autoridades competentes devem investigar os fatos sob a legislação penal, reforçando a necessidade de uma resposta judicial a esse tipo de comportamento.

Essas ações refletem uma postura de zero tolerância em relação à violência, sublinhando a importância de um serviço público ético e respeitoso. O governo busca não apenas punir, mas também prevenir a violência, promovendo uma sociedade mais justa e segura para todos.