Ministério da Agricultura busca ampliar exportações do agronegócio em Ásia, África e América Central com negociações aceleradas

O Ministério da Agricultura busca abrir 700 mercados para o agronegócio brasileiro até o fim de 2026, acelerando negociações internacionais.
Confira a programação das aberturas de mercados para o agronegócio em 2026
Primeira quinzena de abril / Arábia Saudita: abertura para diversos produtos agropecuários
Primeira quinzena de abril / Etiópia: liberação para carne bovina, suína e de aves
Primeira quinzena de abril / Vietnã: acesso a miúdos bovinos e suínos
Primeira quinzena de abril / El Salvador: mercado aberto para carne de frango processada
Primeira quinzena de abril / Azerbaijão: novos produtos agrícolas liberados
Primeira quinzena de abril / Jordânia: avanços comerciais em produtos agropecuários
Primeira quinzena de abril / Angola: expansão de exportação de produtos do agro
Primeira quinzena de abril / Peru: abertura para commodities agrícolas
- Primeira quinzena de abril / Filipinas: autorização para carne bovina resfriada, reabertura de mercado para carne com osso e redução tarifária para gordura bovina
A importância dos mercados abertos para o agro brasileiro e o papel do Ministério da Agricultura
A estratégia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para alcançar 700 mercados abertos para o agro até dezembro de 2026 reflete o compromisso em ampliar a inserção internacional do setor brasileiro. Luis Rua, secretário de Comércio e Relações Internacionais da pasta, conduz um conjunto de negociações que privilegiam regiões de grande potencial de consumo, como Ásia, África e América Central. O ritmo acelerado de aberturas, que já ultrapassa 590 mercados em pouco mais de três anos, é resultado de políticas governamentais focadas em atender às exigências técnicas e sanitárias dos países parceiros.
O impacto da abertura para o Vietnã e outros países asiáticos no comércio agropecuário
A abertura do Vietnã para miúdos bovinos e suínos destaca-se como uma conquista técnica e estratégica. Após a autorização para carne bovina in natura em 2025, a inclusão desses produtos amplia a diversidade e o volume das exportações brasileiras para o mercado asiático, que importou mais de US$ 3,5 bilhões em produtos agropecuários do Brasil no último ano. Além do Vietnã, países como Filipinas também avançaram, liberando o comércio para produtos diferenciados e reduzindo tarifas, o que favorece a competitividade brasileira.
Consequências para os produtores brasileiros e para a economia nacional
A expansão dos mercados abertos para o agro reforça a geração de empregos e o incremento da renda no campo, além de contribuir de forma significativa para a balança comercial do Brasil. Ao conquistar acesso a novos países e segmentos, os produtores ganham oportunidades para diversificar suas exportações, reduzir a dependência de mercados tradicionais e ampliar o valor agregado dos produtos exportados. O aumento do número de mercados também fortalece a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais de alimentos.
Próximas etapas e desafios para manter o crescimento das exportações agropecuárias
O secretário Luis Rua antecipou que negociações para ampliar o acesso para castanhas e frutas estão em estágio avançado, mostrando a continuidade da ofensiva comercial. Participações em feiras internacionais e encontros com organismos multilaterais e países estratégicos, como Canadá e membros da Organização Mundial de Saúde Animal, compõem a agenda do Mapa para o fortalecimento das relações comerciais. Contudo, desafios técnicos, sanitários e tarifários permanecem, demandando esforços constantes para garantir o cumprimento de normas internacionais e a competitividade brasileira no mercado global.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br
Fonte: m feita com IA





