Morte de Edilberto Afonso de Moraes marca a pecuária do Acre

Pecuarista conhecido como Betão faleceu aos 73 anos em hospital.

O pecuarista Edilberto Afonso de Moraes, referência na agropecuária do Acre, faleceu aos 73 anos em hospital.

O falecimento de Edilberto Afonso de Moraes, conhecido como Betão, aos 73 anos, marca uma grande perda para a pecuária do Acre. O pecuarista faleceu na noite do último domingo, 28 de dezembro de 2025, em Rio Branco, após enfrentar complicações devido à Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), uma doença neurodegenerativa que afeta os neurônios motores.

Legado na Pecuária Acreana

Nascido em Rio Branco, Betão foi um pioneiro no setor agropecuário do Acre. Em 1985, ele implantou o primeiro frigorífico do estado, um marco que transformou a indústria local. Ao longo de sua carreira, liderou diversos empreendimentos, incluindo abatedouros em várias cidades como Cruzeiro do Sul e Brasiléia, contribuindo significativamente para o crescimento econômico do estado.

Repercussão e Homenagens

A morte de Betão causou grande comoção entre familiares, amigos e lideranças políticas. O vereador Bruno Moraes, sobrinho do pecuarista, expressou seu luto nas redes sociais, ressaltando a influência que o tio teve em sua vida pessoal e profissional. O governador do Acre, Gladson Camelí, também prestou homenagem, destacando a trajetória de Betão como exemplo de dedicação ao desenvolvimento regional.

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre (Faeac) emitiu uma nota de pesar, reconhecendo as contribuições do empresário para o fortalecimento da agropecuária local. A Prefeitura de Rio Branco também se manifestou, lembrando da importância do trabalho de Betão para o crescimento econômico e social do município e do estado.

Reflexões sobre o Futuro

A perda de Edilberto Afonso de Moraes não é apenas uma tristeza para sua família e amigos, mas para todos que acreditam no potencial da agropecuária acreana. Seu legado permanece como uma inspiração para as futuras gerações de pecuaristas e empreendedores, que podem aprender com sua dedicação e compromisso com a terra e a comunidade.