Morte de professora Adriane Aparecida causa comoção no Paraná

A docente de 36 anos enfrentava lúpus e sua perda mobiliza familiares e comunidade acadêmica em Ponta Grossa

Morte de professora Adriane Aparecida causa comoção no Paraná
Professora Adriane Aparecida, falecida aos 36 anos

Morte de professora Adriane Aparecida aos 36 anos gera comoção em Ponta Grossa, onde trabalhava e residia.

Impacto da morte de professora Adriane Aparecida na comunidade de Ponta Grossa

A morte de professora Adriane Aparecida Cordeiro Mensen, aos 36 anos, ocorrida no dia 28 de janeiro de 2026, gerou profunda comoção em Ponta Grossa e em todo o Paraná. Ela estava internada há um mês no Hospital Regional de Ponta Grossa, enfrentando as consequências do lúpus, uma doença autoimune que lhe foi diagnosticada em abril de 2025 durante uma viagem a Portugal. Adriane era uma figura respeitada, conhecida por sua dedicação à educação e pela atuação acadêmica na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Trajetória acadêmica e profissional da professora Adriane Aparecida

Adriane Aparecida formou-se em Letras com habilitação em Português e Espanhol pela UEPG, onde construiu sua carreira como educadora. Sua atuação era marcada pelo comprometimento com o ensino e a formação de alunos na região. Natural de Ponta Grossa, ela residia com sua família na cidade, tornando-se uma referência local não apenas pela profissão, mas também pelo exemplo de perseverança diante das adversidades da saúde.

Lúpus e consequências na saúde da professora

O lúpus, doença autoimune que acometeu Adriane, foi diagnosticado em abril de 2025, momento em que ela estava em Portugal visitando sua neta. Desde então, a professora enfrentou várias complicações, culminando em sua internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Ponta Grossa. A complexidade do lúpus, que afeta de forma sistêmica o organismo, exigiu tratamento intensivo e gerou grande preocupação entre familiares e colegas.

Reações da família e comunidade à morte de Adriane Aparecida

A filha de Adriane, Ana Daniela Garay Cordeiro, expressou seu profundo pesar nas redes sociais, destacando a luta incansável da mãe e o legado de ensinamentos sobre perseverança e resiliência. Amigos e conhecidos também manifestaram tristeza e solidariedade, ressaltando a dor da perda e a importância de Adriane como educadora e pessoa dedicada à família e à comunidade.

Cerimônia de despedida e homenagens finais

O corpo de Adriane Aparecida está sendo velado na Capela do Luto Santana, em Ponta Grossa, com sepultamento previsto para as 17h do dia 29 de janeiro de 2026. A cerimônia deve reunir familiares, amigos e membros da comunidade acadêmica para prestar as últimas homenagens à professora. A comoção gerada reflete não apenas a perda pessoal, mas também o impacto social e educacional deixado por sua trajetória.

Fonte: bemparana.com.br