Autópsia revelou que bebês morreram por asfixia mecânica intencional, não por imunizantes, segundo perícia em caso de Idaho

Mulher acusada de matar filhos gêmeos é condenada. Autópsia revelou sufocamento intencional, não reação adversa a vacinas.
Andrea Shaw foi condenada pela morte dos filhos gêmeos, Dallas e Tyson, encontrados mortos em maio de 2025, no estado de Idaho, nos EUA.
Durante meses após as mortes, Shaw atribuiu o óbito dos bebês às vacinas de rotina que haviam recebido: imunizante da gripe, hepatite A e a vacina tripla contra difteria, tétano e coqueluche. A mãe se apresentou como vítima e influenciou centenas de pessoas a desacreditarem das vacinas.
A perícia mudou completamente o rumo da investigação em junho de 2026. Segundo o relatório de médicos-legistas, os gêmeos morreram por asfixia mecânica intencional, caracterizada por sufocamento deliberado.
Os exames detectaram sinais clássicos de esmagamento das vias aéreas e edema pulmonar agudo, que condizem com a interrupção forçada do ar. Os legistas afirmaram categoricamente que as vacinas de rotina não tinham qualquer relação com o óbito dos meninos.
“Os gêmeos morreram por asfixia mecânica intencional”, apontou a perícia, descartando qualquer ligação com imunizantes.
Shaw se declarou inocente. O caso está sendo julgado e segue em tramitação na justiça local. O caso foi relatado ao The New York Times.






