Prefeito Rodrigo Neves aprova a Lei Anti-Oruam para proteger crianças e adolescentes.

A nova legislação proíbe o uso de verba pública para eventos que promovam a apologia ao crime entre jovens.
A Lei Anti-Oruam e sua importância
A cidade de Niterói acaba de dar um passo significativo na proteção de crianças e adolescentes ao sancionar a Lei Anti-Oruam, que impede o uso de verba pública para a realização de eventos que promovam apologia ao crime e ao uso de drogas. A norma, sancionada pelo prefeito Rodrigo Neves, é uma resposta à crescente preocupação com a influência negativa que certos artistas e shows podem ter sobre o público jovem.
O que diz a nova legislação
A Lei Anti-Oruam, de autoria da vereadora Fernanda Loucback, estabelece que o poder público municipal não poderá contratar artistas ou patrocinar eventos que incentivem práticas criminosas ou o consumo de entorpecentes, especialmente quando houver presença de crianças e adolescentes. Essa medida é um reforço aos direitos garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que visa assegurar um desenvolvimento saudável e digno para os jovens.
Detalhes da sanção
Apesar da aprovação de grande parte do projeto, o prefeito Rodrigo Neves vetou um artigo que previa a aplicação de multa para os infratores. Essa decisão gerou discussões na comunidade, mas os demais dispositivos da lei entram em vigor imediatamente, após sua publicação. A vereadora Fernanda Loucback expressou sua satisfação nas redes sociais, celebrando a conquista como um avanço na proteção da juventude.
Repercussão e implicações
A Lei Anti-Oruam não é uma iniciativa isolada. Com a sanção em Niterói, a norma já foi aprovada em 46 cidades de 13 estados brasileiros, refletindo uma tendência crescente de proibição de eventos que expõem jovens a conteúdos prejudiciais. A expectativa é que a implementação dessa lei inspire outras cidades a tomarem medidas semelhantes, contribuindo para um ambiente mais seguro e saudável para o público jovem. Os debates sobre os limites da arte e a apologia ao crime devem continuar, mas a prioridade, segundo os legisladores, deve ser sempre a proteção das crianças e adolescentes.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: Reprodução/Instagram





