Orientações e medidas para lidar com o calor intenso no país.
Saiba como se proteger da onda de calor que afeta 1.284 cidades no Brasil.
Em um cenário alarmante de temperaturas extremas, o Brasil enfrenta uma onda de calor que se intensificou nos últimos dias. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou temperaturas que ultrapassaram em até 7,8 °C a média histórica, levando a um alerta vermelho para 1.284 cidades em sete estados. As capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, alcançaram máximas de 36 °C e 37,6 °C, respectivamente, enquanto a média esperada para este período seria significativamente mais baixa.
O impacto da onda de calor na saúde
O calor extremo não é apenas um desconforto, mas pode ser perigoso. O Ministério da Saúde destacou os sérios riscos associados a essas temperaturas, incluindo desidratação, insolação e agravamento de doenças crônicas. Grupos vulneráveis, como crianças, idosos e gestantes, necessitam de atenção especial, e medidas preventivas são essenciais para garantir a saúde da população.
Medidas de prevenção recomendadas
Diante da gravidade da situação, o ministério recomenda que a população adote algumas práticas para minimizar os efeitos do calor. O uso de ventiladores e ar-condicionado é incentivado, assim como a manutenção de ambientes frescos. A hidratação deve ser constante, com a ingestão de líquidos e alimentação leve. Além disso, é fundamental ajustar a rotina, evitando atividades físicas em horários de pico de calor.
Resposta das autoridades
As autoridades estão se mobilizando para enfrentar essa crise. No Rio de Janeiro, o Centro de Operações e Resiliência declarou estágio 3 de calor, caracterizado por temperaturas que variam entre 36 °C e 40 °C. Com o aumento dos atendimentos médicos relacionados ao calor, um pedido foi protocolado pelo Ministério Público Federal para que medidas de enfrentamento ao calor extremo sejam implementadas, como o ativação de centros de hidratação e a ampliação da distribuição de água potável.
Previsões e expectativas
As previsões do Inmet indicam que a onda de calor deve persistir até os primeiros dias de 2026, afetando especialmente áreas de Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia. O alerta vermelho, que representa o maior grau de severidade, destaca a urgência de ações imediatas para proteger a saúde da população. Além disso, a expectativa de chuvas intensas nos próximos dias pode trazer alívio, mas também apresenta riscos, como a possibilidade de tempestades e granizo.
A situação exige um esforço conjunto entre a população e as autoridades para garantir que todos possam enfrentar essas altas temperaturas com segurança e saúde.





