Porto de Paranaguá apresenta modelo de sucesso em segurança jurídica e logística do agronegócio

Portos do Paraná compartilha experiências em segurança jurídica e eficiência portuária no lançamento do Movimento Agroportos, iniciativa que busca melhorar a logística do agronegócio.
O Porto de Paranaguá apresentou seu modelo de excelência em segurança jurídica e eficiência operacional durante o lançamento do Movimento Agroportos, realizado em Curitiba. A iniciativa busca ampliar discussões que contribuam para melhorar a logística do setor agrícola brasileiro, reduzindo custos e aumentando competitividade.
Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná e presidente da Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph), participou do painel “Regulação, Segurança Jurídica e Eficiência Portuária nos Portos do Sul”, mediado por Mário Povia, diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Infraestrutura.
Modelo de 100% de áreas arrendadas
O Porto de Paranaguá destaca-se como único no país com a totalidade de suas áreas portuárias arrendadas, garantindo segurança jurídica aos operadores. Esse modelo estabelece marcos regulatórios claros e previsibilidade para investimentos privados, criando ambiente favorável à inovação e eficiência operacional.
A estratégia reflete compromisso com modernização da infraestrutura portuária brasileira. Com concessões regularizadas, o porto paranaense oferece exemplo replicável em outras instalações nacionais, considerando particularidades regionais e setoriais.
Redução do Custo Brasil
O Movimento Agroportos reúne esforços da Frente Parlamentar da Agropecuária, Frente Parlamentar de Portos e Aeroportos e Instituto Brasileiro de Infraestrutura para transformar diálogos em ações concretas. O objetivo central é reduzir entraves burocráticos que encarecem a movimentação de commodities agrícolas.
A participação de Paranaguá demonstra como investimentos em modernização portuária contribuem para competitividade do agronegócio brasileiro nos mercados internacionais. A eficiência operacional resultada em menores custos logísticos, refletindo-se nos preços finais das exportações.
Preparação para expansões futuras
O porto prepara-se para crescimento através de investimentos estruturais, como a nova subestação orçada em R$ 81 milhões. Essa ampliação garante capacidade de processamento de maiores volumes de carga, alinhada com projeções de aumento da produção agrícola nacional.





