PCPR prende casal e apreende arsenal ilegal em Curitiba

Operação na zona sul da capital descobre fábrica clandestina de munições e silenciadores com mais de 2 mil projéteis

PCPR prende casal e apreende arsenal ilegal em Curitiba
Operação da Polícia Civil apreendeu armas, munições e equipamentos para fabricação ilegal em residência de Curitiba

Casal preso em flagrante por posse e fabricação ilegal de armas. Operação no bairro Butiatuvinha apreendeu mais de 2 mil munições e equipamentos para recarga.

Operação descobre fábrica clandestina de munições em residência

A Polícia Civil do Paraná realizou operação no bairro Butiatuvinha que resultou na apreensão de armas e munições em grande escala. Um mandado de busca expedido pela Vara Criminal de São Mateus do Sul fundamentou a ação que prendeu um casal em flagrante por crimes envolvendo posse, fabricação e comércio ilegal de armamento.

Arsenal de proporções preocupantes

Os investigadores localizaram armamento distribuído em múltiplos cômodos da residência. Destacava-se uma pistola municiada ao lado da cama do casal e uma mochila com equipamento sobre sofá da garagem. Um cofre contendo munições complementava a estrutura montada no imóvel, indicando operação organizada de distribuição de armamento.

Equipamentos sofisticados apreendidos

O volume de material confiscado revela sofisticação da operação ilegal. Foram apreendidos:

Armas de fogo em diversos calibres
Mais de 2 mil munições intactas
Seis silenciadores artesanais
Máquina para recarga de munições
12 miras táticas e 13 carregadores
11,6 quilos de projéteis para recarga
Pólvora e espoletas
Aparelhos de visão noturna e luneta digital

  • Carregador fabricado em impressora 3D

Investigações indicam estrutura profissional

Segundo o delegado Hormínio de Paula Lima Neto, as evidências apontam funcionamento de estrutura destinada especificamente à fabricação clandestina de munições e silenciadores no local. Notas fiscais de aquisição em nome de terceiros sugerem distribuição organizada de material. A descoberta do equipamento de impressão 3D e máquinas de recarga evidencia preparo técnico da operação ilegal, elevando a complexidade do crime investigado.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, com os presos à disposição da Justiça.