Estudo do DDPA/Seapi identifica variedades de melhor desempenho e técnicas de propagação vegetativa para aumentar uniformidade das mudas

Estudo do DDPA/Seapi identificou porta-enxertos com melhor desempenho para pessegueiros no Rio Grande do Sul e técnicas de propagação mais eficientes.
Porta-enxertos para pêssego: estudo aponta variedades de melhor desempenho no RS
Pesquisa desenvolvida pelo Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA) da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi) identificou porta-enxertos com melhor desempenho para pessegueiros no Rio Grande do Sul, oferecendo aos produtores informações técnicas para otimizar a produção regional.
Importância do porta-enxerto na fruticultura
A escolha adequada do porta-enxerto representa fator crítico na estruturação de pomares comerciais. O porta-enxerto influencia diretamente a vigor das plantas, capacidade de ancoragem, resistência a doenças e aproveitamento de nutrientes do solo. No cultivo de pêssego, essas características determinam a viabilidade econômica dos empreendimentos.
Resultados da avaliação técnica
O estudo do DDPA/Seapi testou diferentes variedades de porta-enxertos sob as condições edafoclimáticas do Rio Grande do Sul. Os pesquisadores mensuraram parâmetros como desenvolvimento vegetativo, enraizamento, capacidade produtiva e sanidade das plantas. As avaliações indicaram variedades que demonstram maior compatibilidade com cultivares comerciais de pêssego utilizadas na região.
Propagação vegetativa por estaquia
Além da avaliação de porta-enxertos, a pesquisa também investigou a propagação vegetativa por estaquia como método alternativo para produção de mudas. A estaquia permite obter plantas clonadas, garantindo uniformidade genética nos pomares. Essa técnica resulta em mudas mais padronizadas e com características fitossanitárias superiores em relação aos sistemas convencionais.
Perspectivas para o setor pesqueiro
Os resultados contribuem para o aperfeiçoamento das práticas de produção de mudas e implantação de pomares no estado. A difusão das informações técnicas pode potencializar a competitividade da fruticultura gaúcha e estimular a adoção de materiais genéticos mais apropriados às condições regionais, impactando positivamente a rentabilidade dos fruticultores.





