Sondagem Quaest revela que 52% dos eleitores discordam da restrição imposta ao ex-presidente; entre bolsonaristas, rejeição chega a 92%

Pesquisa encomendada pela Genial Investimentos ouviu 2.004 eleitores e apontou rejeição à restrição de visitas; controvérsia divide opinião pública segundo levantamento registrado no TSE.
Pesquisa revela divisão sobre proibição de visitas a Bolsonaro
A proibição de visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro gera avaliações contraditórias entre os eleitores brasileiros, conforme demonstra levantamento divulgado nesta quarta-feira. Segundo sondagem do Instituto Quaest, metade da população rejeita a restrição imposta, enquanto parcela considerável a defende.
Resultado geral da pesquisa
De acordo com o Instituto Quaest, 52% dos entrevistados consideram errada a decisão de proibir as visitas ao ex-presidente por um período determinado. Na avaliação oposta, 41% julgam a medida correta. Sete por cento não souberam responder ou optaram por não se manifestar sobre o assunto. Antes de avaliar, os pesquisadores informaram os respondentes que Flávio Bolsonaro estava impedido de visitar o pai.
Conhecimento prévio sobre a restrição
O levantamento também questinou o nível de informação da população sobre a restrição. Cinquenta e três por cento dos eleitores afirmaram já ter conhecimento da proibição, enquanto 47% ficaram sabendo da medida durante a entrevista. Esse resultado indica que a notícia circulou significativamente na mídia e nas conversas públicas.
Variação por alinhamento político
A avaliação sobre a proibição de visitas diverge substancialmente conforme o posicionamento político dos respondentes. Entre os eleitores bolsonaristas, 92% consideram a medida equivocada. Esse percentual ilustra como questões envolvendo figuras políticas proeminentes clivam a opinião pública segundo orientações ideológicas.
Metodologia da pesquisa
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e entrevistou 2.004 eleitores presencialmente nos dias 31 de julho a 3 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O Instituto registrou o levantamento no Tribunal Superior Eleitoral sob número BR-06591/2026, garantindo transparência e rastreabilidade dos dados coletados.





