Antonio Carlos Freixo Júnior teria feito pagamentos a fundo administrado por advogado de Eduardo Bolsonaro

Procurador-Geral da República finalizou acordo de delação premiada com dono de empresa que teria realizado pagamentos a fundo administrado por advogado de Eduardo Bolsonaro.
O Procurador-Geral da República finalizou acordo de delação premiada com Antonio Carlos Freixo Júnior, dono de empresa que teria feito pagamentos a fundo administrado por advogado de Eduardo Bolsonaro.
A empresa de Freixo Júnior realizou transferências financeiras para o fundo nos Estados Unidos, segundo informações da investigação. As operações movimentaram recursos entre Brasil e EUA em período que ainda é objeto de análise pelos investigadores.
O fundo era administrado por profissional ligado à defesa de Eduardo Bolsonaro. As transferências repassadas pela empresa de Freixo Júnior constam em registros de movimentações internacionais acompanhadas pela Procuradoria.
A delação premiada inclui depoimentos e documentos que devem esclarecer a origem dos recursos, os beneficiários finais e os objetivos das transações. Freixo Júnior colaborará com autoridades em investigação que envolve possíveis irregularidades em operações financeiras internacionais.
O acordo foi formalizado após negociações entre a defesa do empresário e a Procuradoria-Geral da República. A delação deve fornecer informações sobre outras pessoas envolvidas nas operações e estrutura das transações entre as contas brasileiras e o fundo nos EUA.
Investigadores acompanham se as movimentações financeiras estão conectadas a outros casos sob análise no âmbito da Procuradoria. A colaboração de Freixo Júnior poderá abrir caminhos para desdobramentos adicionais da investigação.





