Parecer da Procuradoria aponta que quebras de sigilo bancário e fiscal seriam suficientes para investigação avançar

Parecer da PGR questionou o cumprimento de buscas contra advogados e parentes de senador, indicando que quebras de sigilo seriam suficientes
A Procuradoria-Geral da República considerou precipitadas as buscas executadas contra advogados e parentes de um senador durante investigação em andamento.
Segundo parecer da PGR, as operações de busca e apreensão ultrapassaram o necessário para o prosseguimento das investigações. O documento aponta que outras medidas já autorizadas seriam suficientes para o avanço do caso.
O parecer destaca que a quebra do sigilo bancário do investigado seria uma medida apropriada e menos invasiva. Conforme a avaliação, essas informações financeiras permitiriam aos investigadores rastrear movimentações suspeitas e identificar possíveis irregularidades.
A quebra de sigilo fiscal também foi mencionada como ferramenta adequada para investigação. De acordo com a PGR, dados tributários forneceriam elementos suficientes para esclarecer a situação sob apuração, dispensando a necessidade de buscas domiciliares e em escritórios.
O parecer foi encaminhado ao tribunal responsável pelo caso. A avaliação da Procuradoria contradiz a decisão anterior que havia autorizado as operações de busca contra os advogados e familiares do senador.
A investigação permanece em curso. Aguarda-se pronunciamento do judiciário sobre o parecer apresentado pela PGR.





