Portos do Arco Norte aumentam embarque de soja e milho em 59%

Exportações de grãos pelos terminais do Norte cresceram de 36,56 milhões para 58,06 milhões de toneladas entre 2021 e 2025

Portos do Arco Norte aumentam embarque de soja e milho em 59%
Portos do Arco Norte ampliam volume de exportações de grãos

Os portos do Arco Norte saltaram de 36,56 milhões para 58,06 milhões de toneladas de soja e milho exportadas entre 2021 e 2025.

Os portos do Arco Norte aumentaram o volume de embarques de soja e milho em quase 59% nos últimos cinco anos, consolidando-se como rotas estratégicas para a exportação de grãos brasileiros.

Segundo Leonardo Brunelli, fundador e diretor da Samba Brasil, os terminais localizados no Norte passaram de 36,56 milhões para 58,06 milhões de toneladas de soja e milho exportadas entre 2021 e 2025.

O crescimento reflete uma mudança relevante na logística de exportação agrícola do país, com ganho de participação dos corredores do Norte sobre as rotas tradicionais de distribuição de commodities.

Os portos do Arco Norte — que englobam terminais no Pará, Amazonas e Amapá — vêm expandindo capacidades operacionais para atender à demanda crescente de escoamento de grãos produzidos no Centro-Oeste e Norte do Brasil.

A rota oferece vantagens logísticas com redução de distâncias em relação aos portos do Sudeste, especialmente para embarques destinados a mercados asiáticos e europeus. A proximidade aos principais polos agrícolas também reduz custos de transporte terrestre.

O desempenho dos portos do Arco Norte acompanha a expansão da produção agrícola nas regiões Centro-Oeste e Norte, onde se concentram as maiores safras de soja do país. A logística de escoamento integra modais rodoviários, ferroviários e fluviais na busca por maior eficiência operacional.

Investimentos em infraestrutura, modernização de equipamentos de carga e descarga, e parcerias entre operadores portuários e empresas transportadoras têm contribuído para a aceleração dos embarques na região.

O avanço dos portos do Arco Norte posiciona o Brasil para atender a demanda internacional por grãos com maior competitividade em prazos de entrega e custos logísticos. A tendência deve prosseguir conforme novas obras de infraestrutura são concluídas na região Norte.