Média de julho registrou quarto recuo consecutivo na região de SP-5, segundo o CEPEA

Média de preços do suíno vivo em julho recuou pelo quarto mês consecutivo e atingiu o terceiro menor patamar na história da região de SP-5.
A média de preços do suíno vivo em julho recuou pelo quarto mês consecutivo e atingiu o terceiro menor patamar da história na região de SP-5, que abrange Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA).
A sequência de quedas marca um período de pressão nos preços do plantel suinícola no interior paulista. O recuo persistente coloca o preço do suíno vivo em níveis historicamente baixos para a região monitorada pelo CEPEA.
A região de SP-5 é referência para o acompanhamento de preços do suíno vivo no estado, sendo utilizada como base de análise para o mercado produtor. As oscilações de preços nessa área afetam as decisões de produtores e comerciantes vinculados à cadeia suinícola paulista.
O CEPEA acompanha regularmente os preços praticados na região para fornecer informações ao mercado e subsidiar análises sobre a evolução dos custos de produção e rentabilidade dos suinocultores. Os dados coletados servem como indicador para toda a cadeia produtiva do setor.
Produtor de suínos na região acompanha cotações diárias para definir estratégias de venda e comercialização. A queda consecutiva de preços impacta diretamente a receita das propriedades suinícolas e pode influenciar decisões sobre investimentos e ampliação da produção nos próximos períodos.





