Artistas têm até 16 de janeiro para inscrever propostas.

O Prêmio APCA abre concurso para um novo troféu a ser entregue em 2026, com inscrições até 16 de janeiro.
O Prêmio APCA e seu novo troféu
A Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) está dando um passo significativo em sua história ao abrir um concurso nacional para o desenvolvimento de um novo troféu. Essa iniciativa visa não apenas modernizar a premiação, mas também engajar artistas de diversas regiões do Brasil, promovendo a originalidade e a inovação no design deste símbolo tão importante.
Uma nova era para a premiação
As inscrições para o concurso começam em 22 de dezembro de 2025 e vão até 16 de janeiro de 2026. Os participantes poderão enviar suas propostas, que serão avaliadas com base em critérios como viabilidade técnica, sustentabilidade e a capacidade de dialogar com a rica história da crítica de arte no Brasil. O vencedor do concurso receberá um prêmio de R$ 10 mil e sua obra será oficialmente apresentada na 70ª edição do Prêmio APCA, marcada para maio de 2026.
Histórias de troféus passados
Historicamente, o Prêmio APCA contou com estatuetas criadas por artistas renomados, sendo a mais icônica a escultura de Francisco Brennand, que se tornou um marco desde 1998. Com o novo concurso, a APCA busca não apenas uma nova estética, mas uma conexão mais profunda com as novas gerações de artistas e a evolução da crítica de arte no Brasil.
O que esperar do concurso
Os artistas que desejam participar devem atentar para os critérios estabelecidos, que exigem não apenas criatividade, mas também um entendimento do papel que a arte desempenha na sociedade atual. A expectativa é que o novo troféu não só represente a excelência artística, mas também incorpore elementos de sustentabilidade, refletindo preocupações contemporâneas.
Este concurso é uma oportunidade única para artistas de todo o Brasil, e a APCA está ansiosa para ver as propostas que surgirão. Com o novo troféu, a premiação não apenas celebrará conquistas passadas, mas também abrirá espaço para novas vozes e novas visões no futuro da arte brasileira.
Fonte: redir.folha.com.br
Fonte: Mônica Bergamo





