Partido confirma candidatura de Geraldo Alckmin à vice-presidência em convenção nacional com presença de coligados; PSB é segundo partido a apoiar reeleição do petista

Lula e Alckmin em cerimônia — Foto: Ricardo Stuckert/PR
O PSB oficializou na quarta-feira a candidatura de Geraldo Alckmin como vice na chapa de Lula à reeleição, consolidando segunda adesão partidária ao projeto petista.
Geraldo Alckmin foi oficializado como candidato a vice-presidente da República pelo Partido Socialista Brasileiro nesta quarta-feira (29 de julho), em Brasília. O ex-governador de São Paulo integra a chapa de Luiz Inácio Lula da Silva, que busca sua reeleição pelo Partido dos Trabalhadores.
Convenção aprova coligação multipartidária
A convenção nacional do PSB aprovou formalmente a coligação política que sustentará a pré-candidatura presidencial. Além do PT e do PSB, a aliança inclui PCdoB, PV, PDT, PSol e Rede. O evento contou com a presença de presidentes de partidos aliados, parlamentares e líderes nacionais da sigla, consolidando o apoio institucional ao projeto de reeleição.
Sequência de adesões oficiais
O PSB torna-se o segundo partido a formalizar o apoio à candidatura de Lula à reeleição através de convenção nacional. O Partido Democrático Trabalhista (PDT) foi o primeiro, anunciando sua adesão na semana anterior. A estratégia de oficializar apoios partidários em convenções reforça o caráter institucional e democrático da construção da coligação.
Críticas ao governo anterior
Após ser confirmado como vice-presidenciável, Alckmin direcionou críticas ao governo anterior, enfatizando a importância da democracia como fundamento da liberdade. Segundo o candidato, “não é possível falar em liberdade querendo derrubar a democracia”. Alckmin questionou práticas que, em seu entendimento, buscaram utilizar o aparato estatal para interferir no processo eleitoral, mencionando especificamente o segundo turno da última eleição presidencial.
Agenda de construção institucional
A formalização da candidatura de Alckmin marca avanço na estruturação institucional da campanha à reeleição. O PT ainda realizará sua própria convenção nacional para oficializar a candidatura presidencial de Lula. A sequência de eventos formais visa consolidar a base política e demonstrar viabilidade institucional do projeto político apresentado aos eleitores para o pleito de 2026.





