O presidente russo critica o medo alimentado na Europa e reafirma sua posição.

Putin afirma que não busca conflito, mas critica histeria no Ocidente.
O presidente russo Vladimir Putin fez declarações contundentes nesta quarta-feira (17 de dezembro de 2025) ao afirmar que não tem interesse em uma guerra com a Europa. Em sua fala, ele descreveu as preocupações levantadas no Ocidente como parte de uma “histeria” que, segundo ele, é amplamente infundada e enganosa.
A histeria ocidental e a realidade russa
Putin argumentou que as nações europeias estão sendo doutrinadas a temer um confronto inevitável com a Rússia, o que, segundo ele, é uma narrativa que não corresponde à verdade. Ele afirmou: “Já disse isso repetidas vezes: é mentira, um absurdo, um completo disparate, essa história de uma suposta ameaça russa aos países europeus”. Essas declarações foram feitas em uma reunião do Ministério da Defesa da Rússia, onde ele também criticou a postura da Otan em relação ao aumento das forças militares na Europa.
O que está em jogo nas negociações de paz
Além de abordar a histeria, Putin também fez referência às negociações de paz com a Ucrânia, destacando que, caso os Ocidentais e ucranianos abandonem o diálogo, a Rússia tomará as terras que reivindica na Ucrânia por meios militares. A insistência em continuar as negociações é uma estratégia clara para evitar um agravamento do conflito, que já causou enormes prejuízos humanitários e econômicos na região.
Reações e consequências
As declarações de Putin surgem em um momento crítico, onde a Europa se prepara para possíveis sanções e ações em resposta às movimentações russas. A resposta dos líderes ocidentais será fundamental para moldar o futuro das relações internacionais e a segurança na Europa. A busca por uma solução pacífica deve ser uma prioridade, mas as tensões militares e retóricas podem dificultar esse caminho.
Putin reforçou que a Rússia busca uma cooperação mutuamente benéfica com os Estados Unidos e a Europa, mas a realidade política e militar atual apresenta desafios significativos para esse objetivo. As próximas semanas serão decisivas para determinar o rumo do conflito e a estabilidade na região.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br
Fonte: Pool via Reuters





