Quaest mostra que 49% dos brasileiros não consideram Lula honesto

Flávio Bolsonaro tem 42% de rejeição quanto à honestidade, segundo pesquisa contratada pela Globo

Quaest mostra que 49% dos brasileiros não consideram Lula honesto
Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Foto: Ricardo Stuckert e Vittor Sales — 1 de 2
Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) — Foto: Ricardo Stuckert e Vittor Sales

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira aponta que 49% dos brasileiros consideram Lula desonesto, enquanto 28% o veem como honesto.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (16) mostra que 49% dos brasileiros não consideram o presidente Lula (PT) honesto. Para outros 28%, Lula é honesto. Outros 23% não conhecem o suficiente, não sabem ou não responderam.

Flávio Bolsonaro (PL) tem 42% de rejeição quanto à honestidade. Segundo a pesquisa, 23% o consideram honesto e 35% não o conhecem suficientemente para opinar.

A Quaest foi contratada pela Globo e por O Globo. A pesquisa entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03607/2026.

A pesquisa avaliou a percepção sobre honestidade em relação a seis candidatos à Presidência da República: Lula, Flávio Bolsonaro, Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).

Entre os demais candidatos, Augusto Cury apresenta 17% de aprovação quanto à honestidade, 6% de rejeição e 77% de desconhecimento. Ronaldo Caiado tem 14% de aprovação, enquanto Romeu Zema e Renan Santos completam a amostra com menores índices de reconhecimento entre o eleitorado.

A pergunta realizada aos entrevistados foi: “Pelo que você tem visto ou ouvido falar, o candidato é um político honesto, desonesto ou você não o conhece suficientemente para opinar?”

O resultado reflete a avaliação dos brasileiros sobre a integridade dos principais nomes que disputarão a sucessão presidencial em 2026.