Presidente do Instituto Brasileiro de Mineração, Jungmann faleceu após luta contra câncer

Raul Jungmann morre em Brasília após tratamento contra câncer, deixando legado na mineração e na vida pública.
Raul Jungmann morre em Brasília nesta data, após um longo tratamento contra câncer de pâncreas. O ex-ministro e diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) faleceu deixando um importante legado para a mineração brasileira e a política nacional.
Trajetória na vida pública
Natural de Pernambuco, Raul Jungmann dedicou mais de cinco décadas à vida pública brasileira. Começou sua carreira política como vereador e deputado federal, construindo uma sólida trajetória de serviço ao país.
Nos governos de Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer, Jungmann ocupou quatro ministérios: Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública. Seu trabalho sempre foi marcado pelo compromisso com o interesse público e a defesa da democracia.
Liderança no setor mineral
Em 2022, Raul Jungmann assumiu a presidência do Instituto Brasileiro de Mineração. Sob sua gestão, o IBRAM passou por uma transformação significativa, com foco na sustentabilidade e na promoção de uma mineração responsável.
Sua visão estratégica e integridade fortaleceram a entidade e beneficiaram o setor mineral, abrindo caminho para práticas mais conscientes e alinhadas com o desenvolvimento sustentável.
Repercussão e homenagens
Ana Sanches, presidente do Conselho Diretor do IBRAM, destacou Jungmann como “um homem público de estatura singular, defensor da democracia e comprometido com o interesse público”. Sua condução do instituto em um período decisivo marcou um ciclo de diálogo e fortalecimento institucional.
Velório reservado
Atendendo a um desejo do próprio Raul Jungmann, o velório será realizado em uma cerimônia reservada, destinada exclusivamente a familiares e amigos próximos, resguardando um momento de recolhimento e respeito à sua memória.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br
Fonte: Pozzebom/ Agência Brasil





