Ministro suspendeu campanha do candidato do Missão por não informar corretamente redes sociais no registro

Renan Santos publica imagem de "censurado" — Foto: Reprodução/Instagram
Candidato do Missão à Presidência nega descumprimento de legislação eleitoral após ministro do TSE suspender sua campanha
O candidato do Missão à Presidência, Renan Santos, negou nesta segunda-feira (31) qualquer irregularidade no registro de sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A decisão de suspensão da campanha foi tomada no domingo (30) e divulgada na segunda-feira (31).
O ministro do TSE Dias Toffoli informou que perfis irregulares estariam divulgando conteúdos favoráveis ao candidato. Segundo Toffoli, o Missão pode ter descumprido a legislação eleitoral, que obriga os candidatos a informarem todas as contas nas redes sociais utilizadas nas campanhas no momento de registro da candidatura.
A campanha de Renan Santos demorou 12 dias para informar corretamente todas as redes sociais do candidato. De acordo com Toffoli, ao não informar corretamente suas redes no momento de registro, os candidatos não foram bloqueados pelas plataformas no prazo estabelecido pela lei e teriam sido favorecidos com indicação automática dos algoritmos como sugestão para que eleitores os sigam.
Após a decisão, Renan postou uma foto de si mesmo com a palavra “censura”. Cumprindo agenda em São Paulo na manhã desta segunda-feira (31), o candidato caracterizou os apontamentos de Toffoli como irregularidades infundadas.
O TSE segue analisando o caso da candidatura de Renan Santos dentro de seus procedimentos ordinários.





