Partido desmente fechamento de apoio à campanha presidencial e negociação envolvendo indicação de Marcos Pereira ao Supremo
Marcos Pereira, presidente do Republicanos — Foto: Agência da Câmara dos Deputados
Republicanos nega fechamento de apoio a Flávio Bolsonaro e rejeita negociação envolvendo indicação de seu presidente ao STF
Republicanos nega fechamento de apoio e rejeita negociação com Flávio Bolsonaro
O partido Republicanos desmentiu neste domingo (12) qualquer fechamento de apoio a Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência da República, bem como a negociação envolvendo a indicação de seu presidente, Marcos Pereira, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal.
Em comunicado oficial divulgado nas redes sociais, a legenda reafirmou postura de negação clara: “O Republicanos nega que tenha fechado apoio a Flávio Bolsonaro para a Presidência da República. Nega também que tenha negociado a indicação do presidente Marcos Pereira ao STF como condição para o apoio”.
Coordenador da campanha também desmente negociação
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, reforçou a negativa com declaração categórica em rede social. Segundo ele, a hipótese de condicionar apoio a indicação ao Supremo “é absolutamente falsa e jamais foi objeto de qualquer conversa ou negociação”.
Marinho enfatizou que as negociações para construção de alianças seguem princípios diferentes. “As tratativas para a construção de uma ampla aliança são conduzidas com base na convergência de princípios e nunca em troca de cargos, favores ou indicações”, afirmou o senador.
Últimos contatos considerados inconclusivos
Segundo informações do Republicanos, o último contato entre Marcos Pereira e Flávio Bolsonaro ocorreu há mais de um mês, e as conversas foram classificadas como “inconclusivas” pela legenda. O posicionamento sugere que não houve avanços significativos nas discussões entre as partes.
Partido busca manter neutralidade
A negação enfática do Republicanos reflete tentativa de manter postura de neutralidade nas eleições presidenciais. O partido evita sinalizar comprometimento prévio com qualquer candidatura específica, preservando margem de manobra política para decisões futuras.
As denúncias sobre negociação de apoio em troca de indicações ao STF refletem dinâmica comum em períodos eleitorais, quando partidos buscam maximizar ganhos políticos e institucionais. Ambas as partes envolvidas optaram pela negação completa dos termos divulgados.





