Simepar atrai pesquisadores de quatro países para projetos ambientais

Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná recebe imigrantes de Moçambique, Alemanha, Síria e Peru que desenvolvem pesquisas científicas no estado

Simepar atrai pesquisadores de quatro países para projetos ambientais
Pesquisadores internacionais trabalham em projetos de monitoramento ambiental no Simepar

Pesquisadores de Moçambique, Alemanha, Síria e Peru desenvolvem estudos sobre mudanças climáticas e qualidade da água no sistema de monitoramento paranaense.

O Simepar pesquisadores imigrantes transformam pesquisas científicas no Paraná. Moçambique, Alemanha, Síria e Peru são os países representados por profissionais que encontraram na instituição um ambiente propício para desenvolver estudos de relevância ambiental e construir novas trajetórias acadêmicas e profissionais.

Pesquisadores de múltiplas nacionalidades no sistema paranaense

A chegada de cientistas estrangeiros ao Simepar reflete a projeção internacional da instituição como centro de excelência em tecnologia ambiental. Leslie Chumbe, engenheiro do Peru, representa este fenômeno. Chegou em fevereiro de 2024 vindo de Lima, participou de seleção para geoprocessamento e atua na área de Geointeligência. Sua escolha pelo Paraná baseou-se em recomendações de colegas e na reputação consolidada do estado no cenário ambiental acadêmico.

Referência em monitoramento ambiental e educação

O Simepar transcende funções de simples monitoramento. Opera com pilares em educação ambiental, incentivando projetos que protejam o meio ambiente e a sociedade paranaense. Desenvolvem estudos sobre impactos das mudanças climáticas no regime pluviométrico, utilizam inteligência artificial para acompanhamento de vazão, nível e qualidade das águas fluviais. Essa abordagem integrada atrai profissionais comprometidos com sustentabilidade.

Mestrado em Engenharia de Recursos Hídricos

Chumbe cursou mestrado em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental na UFPR durante sua permanência. Conheceu diversas instituições de referência no setor ambiental paranaense e optou por aprofundar vínculos com o Simepar. Sua experiência ilustra como o estado fornece infraestrutura para formação de pesquisadores internacionais em temas críticos contemporâneos.

Miscigenação científica e impacto cultural

No Dia do Imigrante, celebrado em 25 de junho, a trajetória desses pesquisadores reafirma a contribuição estrangeira à formação cultural, social e econômica brasileira. Não se limita a questões laborais: representa intercâmbio de conhecimento, metodologias científicas diferenciadas e perspectivas globais aplicadas a desafios ambientais locais. O Paraná consolida-se como polo de atração de talento científico internacional.