Região Nordeste e partes do Sudeste enfrentam cenário fitossanitário desafiador para setembro e outubro

O aumento de temperaturas no segundo semestre de 2026 beneficia a produção de mamão no Nordeste e Sudeste, mas especialistas alertam para riscos fitossanitários
O início do segundo semestre de 2026 tem sido caracterizado pela elevação das temperaturas em partes do país, especialmente na região Nordeste e em áreas do Sudeste, segundo dados de produtores do setor.
As altas temperaturas favorecem a produção de mamão durante o período, de acordo com especialistas consultados. O clima quente contribui para o desenvolvimento adequado da fruta e melhora as condições de cultivo.
Para o decorrer de setembro e outubro, o cenário fitossanitário representa a principal preocupação do setor agrícola. Pragas e doenças podem se intensificar com as mudanças climáticas previstas para os próximos meses.
Produtores apontam a necessidade de monitoramento constante das plantações e adoção de medidas preventivas de manejo fitossanitário. A combinação de temperaturas elevadas com umidade pode favorecer o surgimento de fungos e insetos prejudiciais à cultura do mamão.
O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) acompanha as variações climáticas e seu impacto direto na produtividade das lavouras de mamão. Os dados coletados subsidiamestratégias de proteção das plantações contra pragas e doenças que podem reduzir significativamente a produção.





