Conflito entre familiares e segurança resultou em feridos.
Conflito no Pronto-Socorro de Rio Branco deixa três homens baleados.
Conflito no Pronto-Socorro de Rio Branco
Na noite de 19 de dezembro de 2025, um incidente violento no Pronto-Socorro de Rio Branco, Acre, deixou três homens baleados. O conflito surgiu durante uma discussão entre seguranças do hospital e os familiares de um paciente internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Os feridos foram identificados como Leandro Araújo da Silva Souza, Diego Araujo da Silva e Raimundo Felipe da Guellere, todos primos.
Contexto do Incidente
O tumulto começou quando Leandro, que estava acompanhando seu pai internado após um acidente vascular cerebral (AVC), foi solicitado a sair de uma área restrita do hospital. Relatos indicam que um diretor do hospital pediu sua saída, o que gerou descontentamento. Segundo Maria Francisca Souza da Silva, esposa de Leandro, ele defendeu seu direito de permanecer, alegando que estava aguardando a chegada de sua irmã.
A situação se intensificou quando um vigilante tentou forçar a saída de Leandro, levando a uma escalada de tensões que resultou na chamada da Polícia Militar. A família alegou que um médico havia permitido a presença deles na UTI, mas o clima de hostilidade não se dissipou. Durante a abordagem policial, a situação se tornou ainda mais crítica, resultando em disparos de arma de fogo por parte de um dos policiais.
Detalhes do Conflito
Após a chegada da polícia, a situação se agravou. Sabrina Souza Araujo, irmã de Leandro, foi detida, o que provocou mais reações da família. Neste momento, segundo os relatos, um dos policiais disparou a arma, atingindo os três homens. Felipe foi gravemente ferido e precisou passar por cirurgia urgente, enquanto Leandro e Diego sofreram ferimentos em diferentes partes do corpo.
A gravidade dos ferimentos levantou preocupações sobre os protocolos de segurança no hospital, especialmente em situações que envolvem familiares de pacientes em estado crítico. O incidente gerou uma mobilização significativa de forças de segurança e um debate sobre a necessidade de medidas mais rigorosas para evitar tais conflitos.
Reações e Consequências
A Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) declarou que se manifestará sobre o incidente, e a comunidade local expressou preocupações com a segurança nos hospitais. O caso levanta questões sobre como as instituições de saúde lidam com situações de crise e a necessidade de um diálogo mais claro entre profissionais de saúde, segurança e familiares dos pacientes.
As investigações estão em andamento, e a expectativa é que novas informações sejam divulgadas nas próximas horas. A situação é um lembrete sombrio da tensão que pode surgir em ambientes hospitalares, especialmente em momentos de crise emocional e familiar.





