CBHs vão debater gestão de águas e definir planos de bacias hidrográficas em reuniões remotas transmitidas pelo YouTube

Comitês de Bacias Hidrográficas do Paraná realizam série de encontros em julho para debater gestão de águas e eleger representantes setoriais
Os Comitês de Bacias Hidrográficas do Paraná iniciam em julho uma sequência de reuniões que marcarão avanços na gestão hídrica estadual. As atividades integram o plano de trabalho do Instituto Água e Terra (IAT), órgão gestor que fornece suporte técnico e financeiro aos comitês.
Cronograma de reuniões em julho
A programação começa na quinta-feira (2) com o CBH dos Afluentes do Médio Iguaçu, que realizará sua 3ª Reunião Extraordinária às 14h, focando na apreciação das especificidades do Plano de Bacia Hidrográfica. Na sexta-feira (3), os comitês dos Rios Piquiri e Paraná 2 terão seus encontros agendados.
O CBH do Baixo Ivaí e Paraná 1 também se reúne na sexta-feira (3), com eleições setoriais previstas para os dias 8, 9 e 10 de julho. Todas as sessões ocorrem de forma remota com transmissão pelo YouTube, garantindo transparência e acesso público às deliberações.
Abrangência territorial e participação
O Comitê dos Afluentes do Médio Iguaçu atua numa bacia que engloba total ou parcialmente vinte municípios paranaenses, incluindo localidades como Bituruna, Cruz Machado, Irati e Mallet. Essa capilaridade demonstra a importância da gestão integrada de recursos hídricos em territórios com características ambientais diversas.
Infraestrutura de transparência
O Instituto Água e Terra mantém um portal dedicado à gestão das águas onde é possível acompanhar agendas dos comitês, acessar documentos técnicos e participar remotamente dos eventos. A população pode acompanhar as deliberações através de links específicos disponibilizados para cada reunião, reforçando o compromisso com a governança participativa.
Relevância estratégica
Os planos de bacias hidrográficas constituem instrumentos fundamentais para a gestão sustentável de recursos hídricos, estabelecendo prioridades, investimentos e políticas de conservação. Os encontros de julho representam momentos críticos para definição de diretrizes que impactarão a disponibilidade e qualidade da água nos próximos anos.





