Expectativa é que 16 milhões de pessoas visitem o estado entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026

São Paulo deve movimentar R$ 41 bilhões com 16 milhões de visitantes neste verão.
Verão de 2025/2026 promete aquecer o turismo em São Paulo
Entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, São Paulo deverá receber cerca de 16 milhões de turistas, resultando em uma movimentação financeira de R$ 41 bilhões. Essa previsão, feita pelo Ciet (Centro de Inteligência da Economia do Turismo) vinculado à Setur-SP (Secretaria do Turismo e Viagens do Estado de São Paulo), representa um crescimento de 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado. A expectativa é que a alta temperatura prevista para os meses de verão contribua significativamente para o aumento do fluxo turístico.
O papel da meteorologia no turismo
A previsão meteorológica favorável, com dias quentes e ensolarados, deve impulsionar o turismo em 86% dos municípios do estado. O secretário de Turismo e Viagens, Roberto de Lucena, comentou sobre a preparação do estado para receber os visitantes, afirmando que existem diversas opções de roteiros que atendem a diferentes públicos, desde o litoral sul até o norte, além da capital e interior. Essa diversidade é um atrativo importante para os turistas que buscam aproveitar as férias de verão em São Paulo.
Impacto econômico esperado
A movimentação direta de R$ 41 bilhões deve beneficiar não apenas o setor de turismo, mas também áreas correlatas, como hotelaria, gastronomia e comércio local. O turismo é uma das principais fontes de receita para muitas cidades paulistas, e a alta no número de visitantes pode significar uma recuperação econômica significativa para o setor, que foi severamente afetado nos últimos anos devido à pandemia.
Conclusão
Com as projeções positivas e a expectativa de um verão movimentado, São Paulo se prepara para mais uma temporada de turismo intensa. As autoridades estão otimistas quanto à capacidade do estado de oferecer experiências memoráveis para todos os visitantes, reforçando a importância do turismo como motor econômico da região.
Fonte: www1.folha.uol.com.br







