Campus recebe nova infraestrutura de R$ 2,2 milhões para atividades acadêmicas e comunitárias

Universidade Estadual do Oeste do Paraná finaliza construção de ginásio com investimento de R$ 2,2 milhões, ampliando infraestrutura para práticas esportivas e integração comunitária.
A Universidade Estadual do Oeste do Paraná concluiu, na quarta-feira 16 de junho, a inauguração do ginásio de esportes no campus de Francisco Beltrão, reforçando sua estratégia de modernização infraestrutural.
Financiamento através de programa estadual específico
A construção da obra recebeu investimento de R$ 2.217.336,17, viabilizado pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI) mediante o Programa de Apoio a Infraestrutura das Universidades Estaduais (Proinfra). O secretário estadual Aldo Bona destacou clareza nas regras de financiamento e disponibilidade de recursos para execução de projetos junto às instituições de ensino superior estaduais.
Ciclo de investimentos 2020-2026
Conforme informações do reitor Alexandre Webber, a Unioeste recebeu mais de R$ 140 milhões em investimentos durante seis anos. Os recursos abrangem laboratórios, melhoria do processo de ensino, programas de extensão e iniciativas de pesquisa e inovação. O reitor enfatiza que esses investimentos permanecem na região sudoeste paranaense, gerando transformações institucionais mais ágeis e eficientes.
Expectativas da comunidade acadêmica
Para Adilson José Schenkel, diretor do campus, o novo ginásio representa conquista amplamente esperada pela comunidade. A estrutura proporciona ambiente adequado para práticas esportivas e outras atividades acadêmicas. A professora Lirane Elize Defante Ferreto, diretora do Centro de Ciências da Saúde (CCS), ressalta que a infraestrutura funciona como espaço de integração e socialização, fortalecendo ligações acadêmicas e atividades desportivas na instituição.
Contexto estratégico para o ensino superior
A inauguração ocorre em momento marcado por ampliação de investimentos nas universidades estaduais paranaenses. Essas ações visam potencializar não apenas a infraestrutura física, mas também suportar pesquisa, inovação e projetos de extensão comunitária, consolidando as instituições como centros estratégicos de desenvolvimento regional.





