Variação de preços de material escolar é apontada pelo Procon-SP

Pesquisa revela aumentos e quedas em diversos itens.

Variação de preços de material escolar é apontada pelo Procon-SP
Material escolar em alta e baixa. Foto: Unsplash

Pesquisa do Procon-SP revela variações significativas nos preços de material escolar entre 2024 e 2025.

Com a aproximação do início do ano letivo, a pesquisa realizada pelo Procon-SP gera alertas importantes para pais e responsáveis na hora de comprar material escolar. A variação de preços, que registrou um aumento médio de 0,14% entre 2024 e 2025, pode impactar significativamente o orçamento familiar.

O cenário de preços

A pesquisa destacou que alguns produtos tiveram aumento considerável, como:
Cadernos
Tesoura sem ponta
Régua plástica
Lápis de cor
Lapiseira
Borracha

Por outro lado, houve uma queda nos preços de itens como:
Apontador
Giz de cera
Lápis preto
Cola branca
Papel sulfite

A assessora técnica do Procon-SP, Nilciane Zalpa, mencionou a discrepância alarmante nos preços, afirmando que uma caneta esferográfica, por exemplo, podia ser encontrada a R$4,90 em um local e a R$1,30 em outro, o que representa uma diferença de mais de 270%.

Dicas para economizar

Para garantir que você está fazendo a melhor compra, considere as seguintes dicas:
Pesquise preços: Visite diferentes lojas físicas e virtuais para comparar valores.
Aproveite promoções: Fique atento a ofertas e descontos que podem ser oferecidos em grandes redes.
Planeje a lista: Faça uma lista dos itens necessários para evitar compras por impulso.

  • Considere a qualidade: Às vezes, o mais barato pode não valer a pena a longo prazo. Avalie a durabilidade dos produtos.

Serviço e segurança

Com as aulas se aproximando, é crucial que os consumidores estejam cientes das flutuações nos preços e que façam escolhas informadas. O Procon-SP continua monitorando o mercado para garantir que os consumidores tenham acesso a informações atualizadas e precisas. Em caso de dúvidas ou necessidades de reclamação, não hesite em entrar em contato com o órgão de defesa do consumidor.

Fonte: cultura.uol.com.br