Presidente ucraniano relata consequências devastadoras dos recentes bombardeios.

Zelensky denuncia ataques russos com 500 drones e 40 mísseis que causaram feridos e danos à infraestrutura em Kiev.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, informou que a Rússia lançou um ataque maciço, utilizando quase 500 drones e 40 mísseis contra a capital, Kiev, na noite de 27 de dezembro de 2025. As consequências desses ataques se mostraram devastadoras, com pelo menos 28 pessoas feridas, das quais 13 necessitaram de hospitalização.
O impacto dos ataques em Kiev
O bombardeio, que durou aproximadamente dez horas, é considerado um dos mais prolongados do ano. Zelensky destacou que os ataques visaram especificamente a infraestrutura de energia e civil, resultando em interrupções no fornecimento de eletricidade e aquecimento em diversos bairros da cidade. As equipes de emergência estão trabalhando para controlar os incêndios que se seguiram aos bombardeios.
A crítica de Zelensky à Rússia
Em sua declaração, Zelensky também refletiu sobre as negociações em curso entre a Rússia e os Estados Unidos, afirmando que, apesar das conversas, a realidade dos ataques fala mais alto. Ele citou os mísseis Kinzhals e os drones Shaheds, utilizados pela Rússia, como provas da verdadeira natureza da situação. O presidente ucraniano enfatizou que a Rússia está disposta a transformar até mesmo as festividades de Natal em um período de destruição e sofrimento.
O futuro das negociações
Enquanto isso, um negociador russo, Kirill Dmitriev, se reuniu em Miami com o enviado dos EUA, Steve Witkoff, e Jared Kushner, genro do ex-presidente Donald Trump, para discutir um possível acordo de paz. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, confirmou que as propostas apresentadas estão sendo analisadas. O cenário atual, no entanto, levanta dúvidas sobre a sinceridade da Rússia em buscar a paz, especialmente à luz dos recentes ataques em Kiev.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br
Fonte: Equipes de bombeiros trabalham para extinguir as chamas após um ataque russo a Kiev, na Ucrânia • Serviço de Emergência do Estado da Ucrânia/Getty Images





