Zootecnista aponta perdas gestacionais como desafio na suinocultura brasileira

Número de leitões desmamados por fêmea ao ano permanece como indicador crítico de eficiência produtiva

Zootecnista aponta perdas gestacionais como desafio na suinocultura brasileira
Leitões em granja de suinocultura; perdas gestacionais impactam rentabilidade de produtores

Fernando Zimmer, zootecnista da Auster Nutrição Animal, alerta que o monitoramento de perdas gestacionais é fundamental para reduzir prejuízos na suinocultura

Perdas gestacionais na suinocultura exigem monitoramento rigoroso de produtores para reduzir impactos econômicos nas operações. Segundo Fernando Zimmer, zootecnista da Auster Nutrição Animal, o número de leitões desmamados por fêmea ao ano permanece como um dos principais indicadores da eficiência produtiva na atividade.

O profissional destaca que análises constantes desse indicador permitem aos granjeiros identificar problemas reprodutivos e implementar ações corretivas no manejo. As perdas gestacionais abrangem tanto a mortalidade embrionária quanto a redução do número de leitões nascidos vivos, afetando diretamente a rentabilidade das granjas.

Fernando Zimmer ressalta que “a” monitoração contínua dos indicadores reprodutivos é essencial para otimizar o desempenho das fêmeas em diferentes fases do ciclo produtivo.

Para reduzir perdas, especialistas recomendam atenção à nutrição das matrizes, qualidade do manejo reprodutivo, sanidade do rebanho e condições ambientais das instalações. O acompanhamento veterinário regular também contribui para identificar e controlar doenças que impactam a reprodução.

A eficiência reprodutiva interfere diretamente nos custos de produção, pois quanto maior o número de leitões desmamados por fêmea ao ano, menor o custo unitário por animal. Portanto, investimentos em tecnologia e práticas de manejo que minimizem perdas gestacionais representam estratégia importante para a competitividade da atividade suinícola brasileira.