Investigado por violência doméstica e descumprimento de medida protetiva é capturado em operação preventiva no Paraná

Homem de 41 anos foi preso preventivamente na tarde de 30 de junho em Congonhinhas, acusado de cárcere privado, ameaça e violação de domicílio contra vítima de violência doméstica.
Cárcere privado e violência doméstica resultam em prisão preventiva em Congonhinhas
A Polícia Civil do Paraná capturou preventivamente um homem de 41 anos acusado de cárcere privado e violência doméstica em Congonhinhas, na região Norte do Estado. A ação ocorreu na tarde de 30 de junho, após equipes receberem informações sobre a circulação do suspeito pela área urbana do município.
Operação de localização e captura
Os policiais civis iniciaram buscas ininterruptas que resultaram na localização do investigado em via pública, no cruzamento da Avenida São Paulo com a Rua Primeiro de Maio. O mandado de prisão preventiva havia sido expedido pelo Juízo Único da Comarca de Congonhinhas como medida de proteção à vítima e garantia de cumprimento das determinações judiciais.
Segundo o delegado Guilherme Dias Gomes, a decisão pela prisão preventiva visava especificamente à eficácia das medidas protetivas de urgência já impostas. “Assim que tivemos confirmação do paradeiro, nossa equipe foi a campo e agiu de forma célere para retirá-lo de circulação, eliminando o risco à integridade da ofendida”, destacou.
Crimes investigados
O investigado é acusado de múltiplas infrações penais no contexto de violência doméstica, incluindo cárcere privado, ameaça, violação de domicílio, porte ilegal de arma de fogo e descumprimento de medida protetiva de urgência. A acumulação de delitos reflete a gravidade da situação que motivou a intervenção judicial preventiva.
Procedimentos após captura
Após o cumprimento do mandado, o suspeito foi submetido à realização de exames clínicos antes do encaminhamento aos procedimentos legais. A operação exemplifica a atuação da segurança pública no combate à violência doméstica através de medidas preventivas e rápida resposta a informações sobre descumprimento de decisões judiciais.
A prisão reforça compromissos institucionais com proteção de vítimas e aplicação de medidas cautelares em contextos de agressão doméstica e abuso de poder.





