Presidente da Faesp destaca que programa também combate protecionismo de concorrentes internacionais

Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes deve diminuir a dependência brasileira de insumos importados e ajudar no combate ao protecionismo.
O Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert) deve reduzir a dependência brasileira de insumos importados, segundo Tirso Meirelles, presidente da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp).
De acordo com Meirelles, a iniciativa também contribuirá para o combate ao protecionismo praticado por concorrentes internacionais. O executivo ressaltou que o programa é essencial para fortalecer a indústria de fertilizantes no país.
O Profert visa aumentar a capacidade de produção doméstica de fertilizantes, reduzindo assim a vulnerabilidade do setor agrícola às flutuações dos preços internacionais. A medida também busca diminuir os custos de importação de insumos fundamentais para a produção agrícola brasileira.
Segundo a Faesp, o programa representa uma estratégia importante para fortalecer a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional. A iniciativa considera tanto aspectos econômicos quanto de segurança alimentar, garantindo o abastecimento adequado de fertilizantes para as lavouras nacionais.
A dependência de importações de fertilizantes tem sido uma preocupação histórica do setor agrícola brasileiro, especialmente considerando a volatilidade dos preços internacionais e as barreiras comerciais impostas por alguns países produtores. O Profert busca endereçar essas questões por meio do incentivo à produção local e da diversificação das fontes de insumos.







